Petróleo: Lula defende parceria entre Petrobras e governo angolano

Petrobras e a Sonangol, petrolífera angolana, assinaram um acordo para ampliar a cooperação em pesquisa na área de petróleo e gás

atualizado

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VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
Presidente Lula e ministros de Estado participam da abertura oficial da 26ª Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios - Metrópoles 7
1 de 1 Presidente Lula e ministros de Estado participam da abertura oficial da 26ª Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios - Metrópoles 7 - Foto: VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defendeu, nesta sexta-feira (23/5), a cooperação entre a Petrobras e o governo angolano para o desenvolvimento das relações comerciais entre os países. A declaração foi dada à imprensa, durante visita do presidente João Lourenço. Na ocasião, a petrolífera brasileira e a Sonangol, empresa estatal angolana do ramo de petróleo assinaram um acordo de cooperação.

Em sua fala, o presidente destacou que houve uma queda no fluxo comercial entre os países, atualmente em torno de US$ 1,5 bilhão. Segundo o chefe do Planalto, esse fluxo já esteve na casa dos US$ 4,5 bilhões.

“Temos que trabalhar mais para que a gente faça o nosso fluxo de comércio exterior ser do tamanho que a gente pensa que são os nossos países. Eu tenho certeza que voltaremos a superar em breve nosso melhor momento do fluxo comercial”, disse o petista.

E emendou: “Por isso é importante que a Petrobras volte a ter uma participação ativa na prospecção, na pesquisa de combustível fóssil, e também de petróleo e gás”, destacou.

O memorando de entendimento assinado pela Petrobras e a Sonangol pretende ampliar a cooperação em pesquisa, desenvolvimento e inovação nas áreas de energia renovável, petróleo e gás, tecnologia e formação.

Relações comerciais

Na agenda, também foi discutida a modernização de instrumentos de garantia de crédito às exportações entre os países. Como mostrou o Metrópoles, as exportações brasileiras para Angola tiveram um aumento de 20,2% em comparação com o ano anterior, subindo para US$ 492,7 milhões. Entre os produtos negociados estão açúcares, carnes de aves, carnes suínas e petróleo.

O presidente angolano pediu que o Brasil volte “a abrir uma linha de financiamento para a cobertura do crédito à exportação”. “Isso está sendo tratado e nós acreditamos eu vai acontecer no interesse de ambos os países”, ressaltou Lourenço.

Ele também falou sobre o interesse de ampliar os investimento brasileiros no país. “Queremos ver investimento privado brasileiro em Angola, e investimento privado angolano no Brasil. Mas queremos também que empresas brasileiras continuem a participar em esforço de cooperação e esforço de construção de raiz em infraestruturas públicas, a exemplo do que já aconteceu no passado recente”, disse.

Lula, por sua vez, endossou a necessidade de ampliar as ferramentas para trocas comerciais entre os países. “A Angola sempre foi um bom pagador e quitou sua dívida com 5 anos de antecedência. Por isso, ninguém tem que ter medo de vender qualquer coisa à Angola e fazer qualquer empréstimo porque os angolanos são cumpridores dos seus deveres.”

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