PEC da Segurança: presidente homenageia ex-delegado executado em SP

Minuto de silêncio foi feito durante audiência pública com o ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, em comissão da PEC da Segurança

atualizado

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Vinicius Loures / Câmara dos Deputados
Comissão Especial sobre Competências Federativas em Segurança Pública
1 de 1 Comissão Especial sobre Competências Federativas em Segurança Pública - Foto: Vinicius Loures / Câmara dos Deputados

O presidente da comissão especial para a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública, deputado federal Aluisio Mendes (Republicanos-MA), pediu, nesta terça-feira (16/9), um minuto de silêncio em homenagem à família do ex-delegado-geral da Polícia Civil de São Paulo Ruy Ferraz Fontes, morto a tiros na noite dessa segunda-feira (15/9).

A comissão realiza, nesta terça, audiência pública com o ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski. O colegiado foi instalado na terça-feira da semana passad (9/9).

“Estendo as minhas condolências à família do delegado Ruy Ferraz, à instituição Polícia Civil do Estado de São Paulo, à população do estado de São Paulo e ao Brasil pelo crime bárbaro, violento, ultrajante, que vitimou o delegado Ruy Ferraz. Antes de passar a palavra para os oradores inscritos, eu quero pedir um minuto de silêncio em homenagem à família do delegado Ruy Ferraz”, pediu o parlamentar.

Ao chegar à Câmara, o ministro da Justiça lamentou o assassinato de Ruy Ferraz, classificou o episódio como “brutal” e colocou à disposição as forças de segurança federais para auxiliar na resolução do caso.

O titular da pasta afirmou que conversou com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP), e prestou solidariedade pela morte do policial.

“Nós nos colocamos à disposição do estado, sobretudo no que diz respeito à Polícia Científica. Nós temos um banco de dados no que diz respeito a balística, DNA, informações, tudo isso nós colocamos à disposição, se necessário, do governo de São Paulo”, pontuou o ministro.

Segundo o ministro da Justiça, “o assassinato do ex-delegado-geral Ruy Fontes, em São Paulo, muito nos preocupa porque foi um assassinato brutal, e isso mostra o nível de violência, que, infelizmente, graça aqui no Brasil e também em outros países”, disse Lewandowski.

Assassinato de ex-delegado-geral

O atentado que matou o ex-delegado-geral da Polícia Civil paulista Ruy Ferraz Fontes, de 64 anos, teve mais de 20 tiros de fuzil disparados. Ele foi executado por criminosos no bairro Mirim, em Praia Grande, no litoral de São Paulo, no início da noite dessa segunda-feira (15/9).

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Vídeo mostra dinâmica de atentado que matou o ex-delegado-geral de SP, Ruy Ferraz Fontes
Vídeo mostra dinâmica de atentado que matou o ex-delegado-geral de SP, Ruy Ferraz Fontes
O ex-delegado-geral da Polícia Civil de São Paulo, Ruy Ferraz Fontes, foi executado por criminosos em Praia Grande, litoral de São Paulo
Ruy Ferraz Fontes, ex-delegado da Polícia Civil de São Paulo
Ruy Ferraz Fontes, ex-delegado da Polícia Civil de São Paulo
Ruy Ferraz foi executado em Praia Grande
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Ruy Ferraz foi executado em Praia Grande

Material cedido ao Metrópoles e Prefeitura de Praia Grande/Divulgação
Vídeo mostra dinâmica de atentado que matou o ex-delegado-geral de SP, Ruy Ferraz Fontes
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Vídeo mostra dinâmica de atentado que matou o ex-delegado-geral de SP, Ruy Ferraz Fontes

Reprodução/ vídeo cedido ao Metrópoles
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Vídeo mostra dinâmica de atentado que matou o ex-delegado-geral de SP, Ruy Ferraz Fontes

Reprodução/ vídeo cedido ao Metrópoles
O ex-delegado-geral da Polícia Civil de São Paulo, Ruy Ferraz Fontes, foi executado por criminosos em Praia Grande, litoral de São Paulo
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O ex-delegado-geral da Polícia Civil de São Paulo, Ruy Ferraz Fontes, foi executado por criminosos em Praia Grande, litoral de São Paulo

Reprodução/Redes Sociais
Ruy Ferraz Fontes, ex-delegado da Polícia Civil de São Paulo
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Ruy Ferraz Fontes, ex-delegado da Polícia Civil de São Paulo

Reprodução/Prefeitura de Praia Grande
Ruy Ferraz Fontes, ex-delegado da Polícia Civil de São Paulo
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Ruy Ferraz Fontes, ex-delegado da Polícia Civil de São Paulo

Divulgação/Polícia Civil

Uma das linhas de investigação é de que os autores sejam integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC).

A cúpula da Segurança Pública de SP (SSP) trata o crime como vingança.

Uma câmera de segurança registrou a ação dos criminosos. Ruy Ferraz Fontes dirigia um carro em aparente fuga, quando bateu em um ônibus e capotou o veículo. Na sequência, os bandidos desembarcaram de outro carro que seguia atrás e dispararam vários tiros contra o veículo do delegado. Ele chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos.

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