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Paulo Figueiredo se gaba de prever sanções dos EUA: “Paulinho Tic-Tac”

Paulo Figueiredo ironiza e brinca ter “antecipado” revogação de vistos a servidores do governo brasileiro ligados ao programa Mais Médicos

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Jornalista Paulo Figueiredo
1 de 1 Jornalista Paulo Figueiredo - Foto: Reprodução/YouTube

Após o governo dos Estados Unidos anunciar novas sanções contra funcionários do governo brasileiro ligados ao programa Mais Médicos, o influenciador Paulo Figueiredo comemorou nas redes sociais o que chamou de “previsão”. A medida, anunciada nesta quarta-feira (13/8) pelo chefe da diplomacia norte-americana, Marco Rubio, inclui a revogação de vistos e a imposição de restrições a autoridades brasileiras e ex-integrantes da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas).

Figueiredo repercutiu a decisão com ironia. O influenciador compartilhou a publicação de Marco Rubio, que descreveu o Mais Médicos como “um golpe diplomático inconcebível de missões médicas estrangeiras”, e escreveu:

“E não é que aconteceu? Paulinho Tic-Tac ataca novamente…”.

Momentos antes do anúncio, Figueiredo já havia resgatado um post de fevereiro do senador americano, que tratava da ampliação de restrições a países cúmplices do regime cubano. O influenciador especulou: “Ihhhhh será que vai sobrar pro Brasil? Será??”.

Sanções a integrantes do governo brasileiro

O Departamento de Estado norte-americano acusa os alvos de cumplicidade no esquema de exportação de mão de obra médica do regime cubano.

Segundo a nota oficial, essas autoridades teriam usado a Opas como intermediária para implementar o Mais Médicos sem cumprir requisitos constitucionais, driblando sanções impostas a Cuba e repassando ao regime valores que seriam destinados aos profissionais. 

Foram citados na decisão os nomes de Mozart Júlio Tabosa, atual secretário de Atenção Especializada à Saúde, e Alberto Kleiman, ex-coordenador-geral da COP30 no Brasil. Os dois integravam o quadro de servidores do Ministério da Saúde durante a implementação do Mais Médicos, criado no governo Dilma Rousseff (PT).

“Nossa ação envia uma mensagem inequívoca de que os Estados Unidos promovem a responsabilização daqueles que viabilizam o esquema de exportação de trabalho forçado do regime cubano”, afirmou o Departamento de Estado.

O Mais Médicos foi lançado em 2013 e vigorou até o início do governo Jair Bolsonaro. O programa tinha como objetivo suprir a carência de médicos em áreas remotas do Brasil, mas enfrentou críticas sobre a remuneração dos profissionais cubanos e o repasse de recursos ao governo de Havana.

Paulo Figueiredo e Eduardo Bolsonaro em Washington

Paulo Figueiredo e o deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL) estão nos Estados Unidos e têm participado de encontros com integrantes do governo norte-americano, em busca de sanções a autoridades brasileiras. Reuniões estão previstas para esta quarta e quinta-feira (14/8).

A agenda inclui reuniões com representantes do Departamento de Estado, do Departamento do Tesouro e assessores da Casa Branca. Eles devem discutir o cenário no STF e no Congresso sobre as investigações do 8 de Janeiro, apresentar reações às recentes sanções dos EUA ao Brasil e levar pesquisas sobre a percepção pública, incluindo a situação de Jair Bolsonaro.

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