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Brasil

Passaporte da vacina será exigido em todo evento de SP a partir de 2ª

Comprovante de imunização contra Covid, que será exigido a partir de 10/1, já estava em vigor para eventos com mais de 500 pessoas

06/01/2022 15:47, atualizado 06/01/2022 16:01
Hugo Barreto/ Metrópoles
Na imagem colorida, uma pessoa está sentada enquanto alguem aplica uma seringa no braço dela

São Paulo – A Prefeitura de São Paulo informou nesta quinta-feira (6/1) que passará a ser exigido o comprovante de vacinação contra Covid para a participação ou ingresso em qualquer evento da capital paulista, a partir da próxima segunda-feira (10/1).

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Mesmo ao ar livre, pessoas vacinadas devem continuar usando máscarass
Comprovante de vacinação em São Paulo
Vacinação contra a Covid-19 em São Paulo
No estado, podem se vacinar pessoas a partir de 12 anos
Medida torna vacinação obrigatória na capital
Pessoas formam fila para a vacina em São Paulo
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Fábio Vieira/Metrópoles
Mesmo ao ar livre, pessoas vacinadas devem continuar usando máscarass
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Comprovante de vacinação em São Paulo
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Vacinação contra a Covid-19 em São Paulo
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No estado, podem se vacinar pessoas a partir de 12 anos
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Governo de São Paulo
São Paulo tem 71% da população totalmente vacinada contra a Covid-19
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Funcionária aplica vacina contra a Covid-19 em São Paulo
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Funcionária aplica vacina contra a Covid-19 em São Paulo

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Até então, a prefeitura só exigia que fosse apresentado o passaporte da vacina em eventos com mais de 500 pessoas.

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A medida foi adotada pelo Executivo municipal em função do rápido aumento de casos de contaminação pela variante ômicron do coronavírus.

A rede pública municipal de saúde também enfrenta superlotação devido ao surto de influenza que causou um aumento repentino na procura por atendimento médico em diversas regiões do país.

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Na última quarta-feira (5/1), cerca de 53 mil pessoas tiveram que recorrer a serviços públicos municipais de saúde, de São Paulo, com queixas de problemas respiratórios.

Devido à alta na procura de atendimento médico, o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), determinou também nesta quinta-feira que todas as Unidades Básicas de Saúde (UBS) e todas as unidades de Assistência Médica Ambulatorial (AMAs) fiquem abertas também aos sábados na capital paulista.

O objetivo é que a rede pública de saúde tenha maior capacidade de atender à demanda elevada de atendimento de pacientes que apresentam sintomas respiratórios.

Para atender a essa demanda, a Prefeitura de São Paulo também contratou mais 280 médicos e enfermeiros desde a segunda quinzena de setembro, de acordo com a Secretaria Municipal de Saúde.