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Brasil

Pai que chutou filha alegou que ela estava chorando, diz polícia

Situação ocorreu em Francisco Beltrão (PR) e foi gravada em vídeo. Mãe da criança registrou boletim de ocorrência

10/07/2026 08:49
Reprodução/Redes sociais
imagem colorida pai agride filha com chute no rosto

Em depoimento à Polícia Civil, o pai que foi filmado dando um chute do rosta da filha, de 3 anos, disse que agrediu a criança porque ela estava chorando. O crime foi registrado em Francisco Beltrão (PR) no domingo (9/7). O homem foi preso nessa quinta-feira (9/7). Ele é investigado pela Polícia Civil (PC-PR) pelo crime de lesão corporal e o nome dele não foi divulgado oficialmente. Veja o vídeo:

De acordo com a Polícia Civil, o homem compareceu à delegacia na quarta-feira (8/7), sem advogado, e prestou depoimento. Segundo o delegado responsável pela investigação do caso, Anderson Andrei, o homem chorou e afirmou estar arrependido.

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Depois de ser ouvido na delegacia, o homem não foi preso porque não houve flagrante.


Investigado

  • A agressão passou a ser investigada a partir de um boletim de ocorrência registrado pela mãe da menina, que só soube do crime depois de ver as imagens nas redes sociais.
  • Depois disso, a Polícia Civil concedeu medidas protetivas a favor da menina, do irmão dela e da mãe que realizou a denúncia.
  • Um inquérito foi instaurado e o homem vai responder pelo crime de lesão corporal. O Conselho Tutelar também foi acionado e acompanha o caso.

Agressão na rua

As imagens registradas no domingo (5/7) mostram o pai caminhando com a menina e um enteado, de 5 anos. Em certo momento, ele para e dá um chute no rosto da filha, que cai no chão. Segundos depois, outro homem aparece se aproximando, abre os braços e tenta intervir na cena, mas é confrontado.

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O caso chegou à polícia na terça-feira (7/7), dois dias após a agressão. Em situações de lesão corporal, o flagrante se caracteriza quando o crime está sendo cometido ou acabou de acontecer; portanto, acaba a possibilidade de prisão por flagrante quando não há a continuidade do crime.