Pai de Juliana Marins relata angústia e “tristeza imensa”. Vídeo

Manoel Marins compartilhou como tem se sentindo após a morte da filha. Velório de Juliana está marcado para esta sexta-feira (4/7)

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1 de 1 pedaco-tirado-de-mim-diz-pai-de-juliana-marins-apos-tragedia - Foto: Reprodução/Redes sociais.

Nesta quinta-feira (3/7), Manoel Marins, pai de Juliana Marins, a jovem brasileira que caiu de uma trilha no Monte Rinjani, na Indonésia, e morreu depois de esperar quatro dias por resgate, usou as redes sociais para compartilhar como tem se sentido após a morte da filha. Ele relata muita angústia e “tristeza imensa”. Assista:

No vídeo, Manoel aparece visivelmente abatido. Em um primeiro momento, o pai da jovem cita o Salmo 120 da Bíblia, que afirma: “Na minha angústia eu clamei ao Senhor e ele me ouviu”.

“Eu tenho andado muito angustiado esses dias, com o coração apertado. Só com vontade de chorar, uma tristeza imensa”, ressalta. “Mas quando eu lei esse tipo de salmo, tranquiliza meu coração, porque eu sei que Deus me ouve na minha angústia e tristeza. Ele não me desampara. […] isso me dá paz, e gostaria que isso desse paz a todos vocês também. Quando você estiver triste, fale com Deus, porque Ele está sempre pronto para te ouvir.”

Cronologia

  • Sábado (21/6): Juliana Marins fazia uma trilha no Monte Rinjani e caiu cerca de 200m em terreno íngreme do vulcão. Buscas começaram, e a turista foi filmada por drone sentada na encosta. Nas imagens ela ainda se mexia.
  • Domingo (22/6): Resgate foi suspenso por causa das condições climáticas na região, com muita neblina. Itamaraty informou que estava em contato direto com autoridades locais
  • Segunda-feira (23/6): Drone operado por resgatistas chegou até a jovem. Ela aparecia imóvel a 400m do penhasco do vulcão.
  • Terça-feira (24/6): Equipes de resgate encontraram o corpo de Juliana a 600 metros de profundidade.
  • Quarta-feira (25/6): O corpo da brasileira foi retirado do Monte Rinjani, já sem vida. Juliana foi içada com uso de cordas. O processo de evacuação por helicóptero não pôde ser realizado devido às condições climáticas.

Chegada do corpo ao Brasil

O caso de Juliana Marins ganhou novo capitulo nesta semana, com a chegada do corpo da brasileira em Niterói (RJ), de onde ela era natural, e com a realização de nova autópsia, desta vez feita pelo Instituto Médico Legal (IML) Afrânio Peixoto, no Centro do Rio de Janeiro. De acordo com a família, o laudo deve ficar pronto em até sete dias.

O velório de Juliana Marins está marcado para esta sexta-feira (4/7), no Cemitério Parque da Colina, em Pendotiba, Niterói, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro. A cerimônia começará às 10h e será aberta ao público até o meio-dia.

Em seguida, o local será reservado para familiares e amigos. A cerimônia de despedida deve terminar às 15h, com a cremação do corpo.

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Ela estava na Indonésia
O caso teve repercussão nacional
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Morte de Juliana Marins: O translado do corpo é obrigação do governo?
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Juliana Marins com pai, mãe e irmã
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Juliana Marins morrewu em junho
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Juliana era publicitária e compartilhava diversas experiências em outros países nas suas redes sociais. Profissionalmente, atuou em empresas do Grupo Globo, Multishow e Canal Off, formou-se em comunicação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e fez cursos de fotografia, roteiro e direção de cinema.

Ela também era dançarina profissional de pole dance e costumava se apresentar artisticamente. A jovem compartilhava os registros de suas performances nas redes.

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