Detalhes do velório de Juliana Marins no Rio são revelados. Confira

Juliana Marins morreu durante trilha na Indonésia. Nova autópsia foi realizada no Rio e corpo será cremado após cerimônia de despedida

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Imagem colorida de Juliana Marins, cujo corpo foi retirado de vulcão na Indonésia após 4 dias - Metrópoles
1 de 1 Imagem colorida de Juliana Marins, cujo corpo foi retirado de vulcão na Indonésia após 4 dias - Metrópoles - Foto: Reprodução/Instagram

O corpo de Juliana Marins, de 26 anos, será velado nesta sexta-feira (4/7), no Cemitério Parque da Colina, em Pendotiba, Niterói, Região Metropolitana do Rio de Janeiro. A cerimônia está prevista para começar às 10h e durar até 12h. Nesse período, será aberto ao público. Depois, a cerimônia se torna restrita a familiares e amigos, sendo finalizada às 15h. O corpo será cremado.

Juliana morreu após cair no vulcão Rinjani, na Indonésia, no último dia 21 de junho. A chegada do corpo ao Brasil aconteceu nessa terça-feira (1º/7).

Na manhã desta quarta-feira (2/7), uma nova autópsia foi realizada no Instituto Médico Legal (IML) Afrânio Peixoto, no Centro do Rio de Janeiro. A expectativa é esclarecer pontos ainda nebulosos sobre o óbito.

Veja momento em que corpo de Juliana chega ao Rio:

 

O exame foi conduzido por dois peritos legistas da Polícia Civil, acompanhado por um perito médico da Polícia Federal e por um assistente técnico indicado pela família. A análise começou às 8h30 e teve duração de pouco mais de duas horas. O corpo foi liberado para os familiares às 11h.

Segundo a Polícia Civil, um laudo preliminar deve ser concluído e entregue em até sete dias. A reavaliação no Brasil foi solicitada pela família e tem como objetivo confirmar as causas da morte e verificar se houve algum tipo de negligência, principalmente durante o resgate na Indonésia, o que é uma das preocupações dos parentes.

Irmã de Juliana agradece

A irmã de Juliana, Mariana Marins, esteve no IML durante o procedimento e agradeceu a atuação das autoridades envolvidas. “Sem toda essa ajuda e comoção, a gente não teria conseguido trazer Juliana para o Rio tão rápido, nem realizar essa autópsia. Meu pedido é: não esqueçam Juliana”, declarou à imprensa.

Na Indonésia, a primeira autópsia apontou que Juliana sofreu uma queda acidental durante a trilha e morreu em decorrência dos ferimentos. No entanto, os familiares demonstraram insatisfação com o processo de busca e com a condução do caso pelas autoridades locais, o que motivou a solicitação de uma nova análise no Brasil.

Mariana destacou a importância da chegada do corpo para que a família possa se despedir com dignidade. “Quando a pessoa fica desaparecida é muito ruim. Fica uma expectativa constante. Então, é bom saber que Juliana está aqui, para que a gente consiga dar esse adeus digno a ela”, disse.

Por que uma nova autópsia foi feita

A nova autópsia foi solicitada pela família da vítima, representada pela DPU, que apontou inconsistências no atestado de óbito emitido pela Embaixada do Brasil em Jacarta. O documento se baseou em informações da autópsia feita pelas autoridades indonésias, mas não esclareceu com precisão o momento da morte de Juliana.

A principal dúvida gira em torno da possibilidade de omissão de socorro. Imagens de drones de turistas indicam que Juliana poderia ter sobrevivido por mais tempo após a queda durante a trilha.

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A família acredita que ela tenha resistido por dias aguardando o resgate – hipótese que não foi confirmada pela necropsia feita na Indonésia. A depender dos resultados do novo exame, autoridades brasileiras poderão investigar eventuais responsabilidades civis ou criminais.

O que disse a primeira autópsia

A primeira autópsia no corpo de Juliana Marins foi realizada em um hospital na ilha de Bali, na Indonésia, logo após a remoção do corpo do Parque Nacional do Monte Rinjani, na última quarta-feira (25/6). O procedimento foi conduzido na quinta-feira (26/6), e os resultados foram divulgados em uma entrevista coletiva no dia seguinte (27/6).

Segundo o médico legista responsável, Ida Bagus Putu Alit, Juliana morreu em decorrência de múltiplas fraturas e lesões internas provocadas por um forte impacto.

“Os indícios mostram que a morte foi quase imediata. Por quê? Devido à extensão dos ferimentos, fraturas múltiplas, lesões internas – praticamente em todo o corpo, incluindo órgãos internos do tórax. [Ela sobreviveu por] menos de 20 minutos”, afirmou ele.

O legista também descartou a hipótese de hipotermia e indicou que a jovem resistiu por um curto período após o trauma.

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