Inscreva-se no canal MetrópolesTV no YouTube
Brasil

Pacheco: "Pacificação não significa se calar diante de atos golpistas"

Rodrigo Pacheco venceu a disputa pela presidência do Senado contra Rogério Marinho (PL-RN), com placar de 49 votos a 32

, 01/02/2023 18:47, atualizado 01/02/2023 18:49
Compartilhar notícia
Igo Estrela/Metrópoles
Pacheco: “Pacificação não significa se calar diante de atos golpistas”

Em discurso após vencer a eleição para a presidêcia do Senado Federal, Rodrigo Pacheco (PSD-MG) afirmou que o “Brasil precisa de conciliação”. A votação ocorreu na tarde desta quarta-feira (1º/2), no plenário da Casa Alta.

Pacheco derrotou Rogério Marinho (PL-RN) pelo placar de 49 votos a 32. O senador eleito por Minas Gerais pregou a harmonia e o diálogo entre os Poderes, e cumprimentou Marinho pela participação na disputa.

“Os entes federativos devem atuar de modo sincronizado para que as políticas públicas possam efetivamente chegar à população. O Senado Federal precisa de pacificação para bem desempenhar suas funções de legislar e de fiscalizar. Os interesses do país estão além e acima de questões partidárias, e nós precisamos unir forças pelo Brasil”, disse.

Apesar de pregar pacificação, Pacheco pontuou que o cenário enfrentado pelo país exige “alerta”. “Pacificação não significa omissão ou leniência. Pacificação não é inflamar a população com narrativas inverídicas e com soluções que geram instabilidade institucional. Pacificação não significa se calar diante de atos antidemocráticos”, ressaltou.
Pacheco: “Pacificação não significa se calar diante de atos golpistas” - destaque galeria
11 imagens
Presidente do Senado, Rodrigo Pacheco
Pacheco: “Pacificação não significa se calar diante de atos golpistas” - imagem 3
Pacheco: “Pacificação não significa se calar diante de atos golpistas” - imagem 4
Pacheco: “Pacificação não significa se calar diante de atos golpistas” - imagem 5
Ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino
Pacheco: “Pacificação não significa se calar diante de atos golpistas” - imagem 1
1 de 11

Igo Estrela/Metrópoles
Presidente do Senado, Rodrigo Pacheco
2 de 11

Presidente do Senado, Rodrigo Pacheco

Igo Estrela/Metrópoles
Pacheco: “Pacificação não significa se calar diante de atos golpistas” - imagem 3
3 de 11

Igo Estrela/Metrópoles
Pacheco: “Pacificação não significa se calar diante de atos golpistas” - imagem 4
4 de 11

Igo Estrela/Metrópoles
Pacheco: “Pacificação não significa se calar diante de atos golpistas” - imagem 5
5 de 11

Ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino
6 de 11

Ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino

Igo Estrela/Metrópoles
Pacheco: “Pacificação não significa se calar diante de atos golpistas” - imagem 7
7 de 11

Igo Estrela/Metrópoles
Pacheco: “Pacificação não significa se calar diante de atos golpistas” - imagem 8
8 de 11

Igo Estrela/Metrópoles
Pacheco: “Pacificação não significa se calar diante de atos golpistas” - imagem 9
9 de 11

Igo Estrela/Metrópoles
Pacheco: “Pacificação não significa se calar diante de atos golpistas” - imagem 10
10 de 11

Igo Estrela/Metrópoles
Rogério Marinho durante sessão no Plenário do Senado - Metrópoles
11 de 11

Rogério Marinho durante sessão no Plenário do Senado - Metrópoles

Igo Estrela/Metrópoles

Atos antidemocráticos

Em seu discurso, Pacheco também critiou os atos antidemocráticos e os ataques aos Três Poderes em 8 de janeiro, e disse que os episódios “não vão se repetir”.

“Os brasileiros precisam voltar a divergir civilizadamente, precisam reconhecer com absoluta sobriedade quando derrotados e precisam respeitar a autoridade das instituições públicas. Só há ordem se assim o fizerem. Só há patriotismo se assim o fizerem. Só há humanidade se assim o fizerem”, afirmou.

Votação

Após votação acirrada, Rodrigo Pacheco (PSD-MG) foi reeleito presidente do Senado Federal. A eleição ocorreu na tarde desta quarta-feira (1º/2), data em que a 57ª legislatura teve início.

Para vencer a disputa, Pacheco, aposta da base aliada do governo Lula, obteve o apoio de 49 senadores. Rogério Marinho (PL-RN), ex-ministro de Jair Bolsonaro (PL), teve 32 votos.

São necessários, no mínimo, 41 votos (maioria absoluta) para ser eleito presidente do Senado Federal . Eduardo Girão (Podemos-CE) também estava na disputa mas, para fortalecer Marinho, retirou sua candidatura minutos antes da votação ter início.

Receba no seu email as notícias de Boletim Metrópoles

Frequência de envio: Diário

Ver todas as newsletters