Operação no rio Madeira terá PF, Exército e Força Nacional, diz Torres

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Anderson Torres, afirmou que a ação contra o garimpo ilegal de ouro está em preparação

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Balsas de garimpo ilegal no Rio Madeira
1 de 1 Balsas de garimpo ilegal no Rio Madeira - Foto: Greenpeace/Divulgação

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Anderson Torres, afirmou nesta quinta-feira (25/11) que a operação na região do rio Madeira, no Amazonas, contará com a participação da Polícia Federal, do Exército e da Força Nacional.

A região foi invadida por centenas de embarcações de garimpeiros há pelo menos 15 dias. Eles estão no local para explorar ouro ilegalmente.

“Estamos indo para lá com uma operação grande.[…] Estamos terminando o planejamento operacional e nos próximos dias estaremos lá”, informou o ministro após evento no Ministério da Justiça.

Em nota, o Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam) disse que comunicou ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) para que as providências sejam alinhadas, depois de identificar a presença das balsas mineradoras.

O Ipaam ainda informou que atividades de exploração mineral na região não estão licenciadas e, se forem comprovadas, serão definidas como irregulares.

Além disso, o Ministério Público Federal (MPF) também se manifestou sobre a situação e afirmou que a extração de ouro na região do rio Madeira não é amparada por licença ambiental expedida pela autoridade ambiental competente ou por título de lavra emitido pela Agência Nacional de Mineração, o que torna essa atividade ilegal.

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Situação gera comoção entre moradores e ativistas
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Centenas de balsas atracaram no Rio madeira
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Situação gerou comoção entre moradores e ativistas
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Ativistas e população indígena denunciaram a situação
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Ativistas e população indígena denunciaram a situação

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“Marinha tem que verificar”

Mais cedo, o vice-presidente Hamilton Mourão (PRTB) havia dito que a Marinha precisa verificar a situação para tomar providências.

“A Marinha tem que, pô, verificar qual é a questão, quem está ali na legalidade, qual é a embarcação legal. E o pessoal que está na ilegalidade vai ter a embarcação apreendida”, afirmou o vice-presidente.

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