Ômicron: Queiroga cobra dos estados aplicação de doses de reforço

Ministro da Saúde admitiu que o momento é de incerteza, mas demonstrou otimismo com o controle da variante Ômicron

atualizado 10/01/2022 11:33

Ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, anuncia durante coletiva de imprensa nesta quarta-feira 5:01, a inclusão de crianças de 5 a 11 anos contra covid 19 9Igo Estrela/Metrópoles

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, fez um apelo, nesta segunda-feira (10/1), para que estados e municípios apliquem mais doses de reforço e cobrem da população a regularidade da imunização contra a Covid-19, doença causada pelo coronavírus.

Ao conversar com jornalistas na saída da sede da pasta, em Brasília, Queiroga admitiu que o momento é de incerteza, mas demonstrou otimismo com o controle da variante Ômicron. Esta cepa tem se mostrado mais contagiosa que as demais.

“Temos que continuar o combate, e a melhor forma é ampliar a vacinação de segunda dose em alguns estados e dar [a dose] de reforço”, frisou.

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Segundo o ministro, o governo federal possui imunizantes suficientes para completar o ciclo vacinal dos brasileiros.

Queiroga comentou brevemente o comportamento sanitário que a variante tem tido no Brasil. “A Ômicron é mais transmissível, mas não temos observado um aumento de óbitos”, pontuou.

Ele emendou. “Houve ingresso de casos, mas não tem havido subida de casos. Temos que esperar para ter uma posição mais definida”, explicou.

Por fim, o ministro disse estar confiante. “O cenário pandêmico é de incerteza, por causa da Ômicron, mas temos a esperança de não haver uma explosão de internações e de mortes”, concluiu.

Quarentena

Queiroga adiantou que, nesta segunda-feira, integrantes do Ministério da Saúde vão se reunir com representantes do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems) e do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) para definirem a diminuição da quarentena para os infectados pela Ômicron.

Queiroga não detalhou de quanto tempo pode ser a nova restrição de circulação. “Vamos discutir para enxugar o período”, resumiu.

Atualmente, Ministério da Saúde recomenda quarentena de 10 a 14 dias para infectados com a doença. A intenção do governo é que o prazo passe para cinco dias.

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