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Brasil

"No voto, o governo perdeu", diz Viana após CPMI aprovar quebra de sigilo de Lulinha

Segundo o presidente CPMI do INSS, "não houve manobra, não houve absolutamente nada"

26/02/2026 12:18, atualizado 26/02/2026 12:21
HUGO BARRETO / METRÓPOLES @hugobarretophoto
CPMI INSS Carlos Viana

Após a CPMI do INSS aprovar a quebra dos sigilos bancário e fiscal de Fabio Luis Lula da Silva, o Lulinha, o presidente da comissão, Carlos Viana (Podemos-MG), afirmou nesta quinta-feira (26/2) que o governo “perdeu no voto”.

“A oposição tem o direito de se manifestar bem, o governo também. Eu entendo que ali a decisão é monocrática, mas o que vale é o voto. No voto o governo perdeu, não houve manobra, não houve absolutamente nada. Eu segui o jogo e o regimento desde o início”, declarou Viana.

Logo após a aprovação, diversos parlamentares brigaram. Houve empurra-empurra, e a TV Senado chegou a derrubar a transmissão do colegiado. Assista:

O requerimento 2939/2026 foi apresentado pelo relator da comissão, deputado Alfredo Gaspar (União Brasil-AL). O pedido é referente ao período de 1° de janeiro de 2022 a 31 de janeiro de 2026.

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Conforme mostrou o Metrópoles, na coluna de Andreza Matais, Lulinha teria recebido uma mesada de cerca de R$ 300 mil de Antônio Carlos Camilo Antunes, o “Careca do INSS”.