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Brasil

"Ninguém vai parar de te chamar de Xandão", brinca Lula com Moraes

O presidente Lula brincou com o ministro do STF Alexandre de Moraes durante discurso em ato em memória do 8 de Janeiro

Daniela Santos, Isabella Cavalcante08/01/2025 13:44, atualizado 08/01/2025 13:50
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Hugo Barreto/Metrópoles @hugobarretophoto
Imagem Lula, Messias, Moraes e Fachin em ato sobre o 8 de 1

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fez uma brincadeira nesta quarta-feira (8/1) com o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes durante a cerimônia em memória dos atos antidemocráticos de 8 de janeiro. O evento ocorreu no Palácio do Planalto.

Durante discurso, Lula se referiu ao magistrado como “Xandão” e brincou que “ninguém vai parar” de chamá-lo pelo apelido.

“Eu tenho 79 anos de idade, já vivi muito, vivendo a vida da Suprema Corte brasileira e nunca conheci um ministro da Suprema Corte que tivesse um apelido. Um apelido dado pelo povo chamado Xandão. É um apelido que já pegou”, disse o presidente, arrancando risadas da plateia.

“E desse apelido você nunca mais vai se libertar, pode ficar sério. E não adianta ficar nervoso que ninguém vai parar de te chamar de Xandão”, completou.

Veja:

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Ministra do Supremo Tribunal Eleitoral, Cármen Lúcia
A plateia cantou junto o hino nacional, deu gritos de "sem anistia" e "ditadura nunca mais"
Público na Praça dos Três Poderes
Janja é esposa do presidente Lula
“Ninguém vai parar de te chamar de Xandão”, brinca Lula com Moraes - imagem 1
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No discurso, a primeira dama falou do Globo de Ouro de Fernanda Torres e a época de ditadura militar brasileira
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Ministra do Supremo Tribunal Eleitoral, Cármen Lúcia
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A plateia cantou junto o hino nacional, deu gritos de "sem anistia" e "ditadura nunca mais"
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A plateia cantou junto o hino nacional, deu gritos de "sem anistia" e "ditadura nunca mais"

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Público na Praça dos Três Poderes
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Público na Praça dos Três Poderes

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Janja é esposa do presidente Lula
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Janja é esposa do presidente Lula

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A cerimônia contou com a entrega de obras restauradas que foram danificadas durante a invasão às sedes dos Três Poderes, em janeiro de 2023, um “abraço da democracia” na Praça dos Três Poderes. Ao longo da fala, o titular do Planalto também fez referência à ditadura militar.

“Hoje é dia de dizer em alto e bom som: ainda estamos aqui. Para dizer que estamos vivos e que a democracia está viva, ao contrário do que planejavam os golpistas de 2022… de 2023. Estamos aqui para dizer: ditadura nunca mais, democracia sempre”, afirmou.

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