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Durante depoimento, a esposa de Eder Gonçalves Rodrigues alegou que o marido teria sido coagido por Inês Gemilaki e seu filho, o médico Bruno Gemilaki Dal Poz, a participar do ataque que matou Pilson Pereira da Silva, 69 anos, e Rui Luiz Bogo, 71, no domingo (21/4), em Peixoto de Azevedo, a 691 km de Cuiabá (MT). O padre J.R.D. também foi atingido durante o ataque, mas sobreviveu.
No documento, ao qual o RD News, parceiro do Metrópoles, teve acesso, a mulher conta que, no domingo, estava em casa comemorando o aniversário. Além dela e de Eder, na festa, estaria o cunhado Márcio Ferreira Gonçalves, a esposa Inês e Bruno.
Para ler a reportagem completa, acesse RD News, parceiro do Metrópoles.
