Inscreva-se no canal MetrópolesTV no YouTube
Brasil

MPGO denuncia por crimes sexuais homem que se passava por pai de santo

Uma das vítimas foi levada para banheiro, onde teria "banho de descarrego", mas na verdade foi abusada por líder religioso, diz polícia

19/09/2022 19:38
Compartilhar notícia
PCGO
pai de santo é preso em aparecida de goiânia, goiás, suspeito de cometer estupros

Goiânia – Após investigação da Polícia Civil, o Ministério Público de Goiás (MPGO) ofereceu denúncia contra um homem que se passaria por pai de santo para abusar sexualmente de mulheres. Os crimes aconteceram em Aparecida de Goiânia, na região metropolitana da capital de Goiás.

O MPGO pediu que Gleidimar Primo da Silva, de 46 anos, responda criminalmente por estupro e atos libidinosos contra três mulheres. As vítimas eram frequentadoras da casa de umbanda do suspeito.

MPGO denuncia por crimes sexuais homem que se passava por pai de santo - destaque galeria
4 imagens
Pai de santo foi denunciado por várias mulheres
Munições apreendidas no local
Facas apreendidas na casa do pai de santo
Homem atua como líder religioso em um centro de Umbanda
1 de 4

Homem atua como líder religioso em um centro de Umbanda

PCGO
Pai de santo foi denunciado por várias mulheres
2 de 4

Pai de santo foi denunciado por várias mulheres

PCGO
Munições apreendidas no local
3 de 4

Munições apreendidas no local

PCGO
Facas apreendidas na casa do pai de santo
4 de 4

Facas apreendidas na casa do pai de santo

PCGO

Ele dizia ser pai de santo, mesmo não cadastrado na Federação de Umbanda e Candomblé de Goiás (Fugec), segundo o Ministério Público.

O promotor de justiça Milton Marcolino dos Santos Júnior afirmou no texto da denúncia que o suspeito se utilizava da religião e da fragilidade das mulheres que estavam ali em busca de ajuda espiritual para praticar os crimes.

Crime no banheiro

Um dos abusos aconteceu no banheiro da casa de umbanda. O falso pai de santo teria levado a vítima até o local, alegando que realizaria um banho de descarrego.

O suspeito teria pedido que a vítima relaxasse durante os atos para que a entidade espiritual pudesse ajudar. Duas das vítimas relataram que foram abusadas com conjunção carnal e obrigação de fazer sexo oral.

Gleidimar segue preso preventivamente no Complexo Prisional de Aparecida desde 26 de agosto. A reportagem tenta localizar a defesa dele.

Receba no seu email as notícias de Boletim Metrópoles

Frequência de envio: Diário

Ver todas as newsletters