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Brasil

MP de SC não descarta pedir exumação do cão Orelha

Promotor afirma que medida pode ser adotada para esclarecer lacunas na investigação. MP identificou inconsistências no inquérito policial

08/02/2026 21:25, atualizado 08/02/2026 21:30
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Cão Orelha foi espancado por quatro adolescentes

O Ministério Público de Santa Catarina (MP-SC) não descarta solicitar a exumação do corpo do cão Orelha, morto na Praia Brava, em Florianópolis, como parte das diligências complementares que devem ser requisitadas para aprofundar as investigações do caso.

O MP-SC já havia informado que uma análise preliminar dos materiais encaminhados pela Polícia Civil apontou “inconsistências” e lacunas que precisam ser esclarecidas para uma reconstrução mais precisa dos fatos. Agora, a possibilidade de exumação foi confirmada pelo promotor de Justiça Sandro Souza, ao Fantástico.

Tanto a 10ª Promotoria de Justiça da Capital, da área da Infância e Juventude, quanto a 2ª Promotoria de Justiça da Capital, da área criminal, veem necessidade de novas diligências.

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No âmbito da Infância e Juventude, a 10ª Promotoria identificou falhas no Boletim de Ocorrência em relação à possível participação dos adolescentes. A investigação tramita em sigilo, conforme determina o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que proíbe qualquer divulgação que permita a identificação, direta ou indireta, de crianças ou adolescentes envolvidos.

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Caso ocorreu em Florianópolis
Cão Orelha
Cão Orelha morreu em decorrência de agressões que sofreu
Orelha morreu após ser espancado
Os suspeitos pela morte do cão Orelha estão sujeitos às sanções do ECA
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Os suspeitos pela morte do cão Orelha estão sujeitos às sanções do ECA

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Caso ocorreu em Florianópolis
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Caso ocorreu em Florianópolis

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Cão Orelha
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Cão Orelha

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Cão Orelha morreu em decorrência de agressões que sofreu
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Cão Orelha morreu em decorrência de agressões que sofreu

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Orelha morreu após ser espancado
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Orelha morreu após ser espancado

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Paralelamente, o MP-SC também apura a possível prática de coação no curso do processo e ameaça, envolvendo familiares dos adolescentes investigados e um porteiro de um condomínio da Praia Brava. Essa linha é analisada pela 2ª Promotoria de Justiça da Capital, da área criminal, responsável pelo inquérito que trata da conduta de adultos. Para esse caso, o Ministério Público avalia a ampliação e o detalhamento das apurações, inclusive para confirmar se há ou não relação entre os supostos crimes e a agressão aos animais.

A eventual exumação do corpo do cão Orelha é tratada como uma possibilidade técnica, caso seja considerada necessária para esclarecer pontos ainda obscuros da investigação. O MPSC afirma que novas medidas devem ser formalizadas nos próximos dias, após a requisição das diligências complementares à Polícia Civil.

A corporação finalizou a investigação sobre a morte do animal na última terça-feira (3/2). De acordo com o inquérito, ficou comprovado que o crime, ocorrido na Praia Brava, em Florianópolis, teve envolvimento de adolescentes. A polícia pediu a internação de um dos jovens e indiciou três adultos por coação a testemunha.