Motta diz que Congresso fará valer “suas prerrogativas” sobre emendas

Declaração foi feita na abertura do ano legislativo; em janeiro, Lula vetou quase R$ 400 milhões em emendas das verbas

atualizado

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Motta e Alcolumbre na sessão solene do Congresso Nacional destinada à inauguração da 4ª Sessão Legislativa Ordinária da 57ª Legislatura
1 de 1 Motta e Alcolumbre na sessão solene do Congresso Nacional destinada à inauguração da 4ª Sessão Legislativa Ordinária da 57ª Legislatura - Foto: VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), defendeu, nesta segunda-feira (2/2), a prerrogativa do Congresso de destinar emendas parlamentares. O deputado deu a declaração em discurso durante a sessão de abertura dos trabalhos legislativos.

“E cabe a este plenário, soberano e independente, perseguir esse caminho dia e noite, com votações de propostas de interesse do país. E fazer valer a prerrogativa constitucional do Congresso de destinar as emendas parlamentares aos rincões do Brasil afora, que, na maioria das vezes, não estão aos olhos do poder público”, declarou Motta.

Em janeiro, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou o Orçamento de 2026 com veto de R$ 393 milhões em emendas. O valor é pequeno diante dos R$ 61 bilhões totais, mas poderia abrir uma tensão entre o Congresso e o Palácio do Planalto em ano eleitoral.

Em 2024, o uso das emendas parlamentares foi um dos principais focos de tensão entre Congresso, governo e Judiciário. O Supremo Tribunal Federal (STF), sob relatoria do ministro Flávio Dino, determinou mais transparência e rastreabilidade nas emendas de relator e de comissão.

A decisão travou pagamentos e provocou forte reação de deputados e senadores, que pressionaram o governo e o STF. O Palácio do Planalto tentou negociar uma saída para destravar recursos sem descumprir as ordens judiciais.

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Alcolumbre, Rui Costa e Motta na cerimônia de abertura do ano legislativo, no Congresso Nacional
À esquerda, o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), que retomou as discussões da PEC que acaba com a jornada de trabalho 6x1 após meses parada na Casa
Alcolumbre, Fachin e Motta na cerimônia de abertura do ano legislativo, no Congresso Nacional
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Alcolumbre e Motta na cerimônia de abertura do Ano Legislativo, no Congresso Nacional

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À esquerda, o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), que retomou as discussões da PEC que acaba com a jornada de trabalho 6x1 após meses parada na Casa

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