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Brasil

Morte de Jabor é lamentada por políticos, classe alvo de suas críticas

João Doria, Eduardo Paes, Chico Alencar, Randolfe Rodrigues, entre outros políticos escreveram mensagens para o jornalista e cineasta morto

15/02/2022 10:06, atualizado 15/02/2022 10:41
Reprodução/ TV Globo
Arnaldo Jabor

São Paulo – A morte do jornalista e cineasta Arnaldo Jabor, aos 81 anos, movimentou a classe política do Brasil, que sempre foi um dos alvos de críticas do escritor. O governador de São Paulo, João Doria, publicou uma nota de pesar em suas redes sociais para falar de Jabor, a quem chama de amigo.

“Muito triste a morte do meu amigo, grande brasileiro, jornalista e cineasta, Arnaldo Jabor. Meus sentimentos aos familiares e amigos. Que Deus conforte seus corações neste momento de dor”, escreveu Doria no Twitter.

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O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, também usou a mesma rede social para lamentar a perda do cineasta, que morreu no Hospital Sírio Libanês, em São Paulo, na madrugada desta terça-feira (15/2).

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“Lamento a morte do cineasta Arnaldo Jabor. Ele teve um papel fundamental no cinema brasileiro. Meus sentimentos aos familiares e amigos”, disse Paes.

“Cronista polêmico”

O senador Randolfe Rodrigues (Solidariedade-AP) afirmou que Jabor foi “um debatedor do país”. Ele deixou condolências à família do jornalista e afirmou que ele “fará muita falta”.

“Infelizmente perdemos um grande brasileiro. Arnaldo Jabor foi jornalista, cineasta, mas, sobretudo, foi um debatedor do nosso país. Estava sempre atento! Minhas condolências à família e aos amigos. Jabor fará muita falta. Que Deus console os corações mais próximos”, escreveu.

O vereador e ex-deputado federal Chico Alencar (Psol-RJ) lembrou que Jabor sempre foi “um cronista polêmico” e que era uma “metralhadora verbal”. O político exaltou as qualidades do jornalista.

“Hoje se foi Arnaldo Jabor, grande cineasta, cronista polêmico. Um cara que amava o Brasil à sua maneira, com sua inteligência e metralhadora verbal. Certamente está, na outra dimensão, ego versus ser, questionando, emocionado e veemente, sua própria morte… Que encontre a Paz”, disse Alencar.