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Moraes: “Terroristas querem que prisão seja colônia de férias”

Alexandre de Moraes criticou as reclamações dos terroristas detidos na Academia Nacional da PF, em Brasília

atualizado

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Imagem colorida mostra Ministro do STF e presidente do TSE, Alexandre de Moraes. - Metrópoles
1 de 1 Imagem colorida mostra Ministro do STF e presidente do TSE, Alexandre de Moraes. - Metrópoles - Foto: Rafaela Felicciano/Metrópoles

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou, nesta terça-feira (10/1), que os terroristas detidos após os ataques aos Três Poderes querem que a prisão seja uma “colônia de férias”.

A declaração foi dada durante a posse do novo diretor da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues. Em seu discurso, Moraes criticou as reclamações dos terroristas detidos na Academia Nacional da PF, em Brasília.

“Não achem esses terroristas que, até domingo faziam baderna e crimes, e agora reclamam porque estão presos, querendo que a prisão seja uma colônia de férias. Não achem que as instituições vão fraquejar”, afirmou Moraes.

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No total, 1,5 mil pessoas foram detidas até a tarde dessa segunda-feira (9/1). A maioria estava no acampamento em frente ao Quartel-General do Exército, em Brasília. Os presos chegaram à Academia da PF em comboio com 50 ônibus do transporte público do DF, disponibilizados para prestar o apoio à operação.

Moraes afirmou que o terrorismo e os atos antidemocráticos e golpistas têm de ser “firmemente combatidos”. O ministro citou o rastro de destruição deixado na sede dos Três Poderes, mas disse que “as instituições não são feitas só de mármore, cadeiras e mesas”.

“[As instituições] são feitas de pessoas, de coragem, de cumprimento da lei. […] Tenho absoluta certeza, dentro da legalidade, que as instituições irão punir todos os responsáveis, todos aqueles que praticaram os atos, que planejaram os atos, que financiaram os atos e aqueles que incentivaram, por ação ou omissão, porque a democracia irá prevalecer”, concluiu.

Interferências na PF

Durante a posse, o novo diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, afirmou que interferências na corporação “não serão permitidas”.

“Nossa atuação será sempre pautada pelo estrito cumprimento da lei e pelos princípios do estado democrático de direito. Esses serão o norte inafatável na gestão da investigações policiais, que serão coordenadas com base no trinome da qualidade da prova, autonomia investigativa e responsabilidade, com absoluto rigor em relação a desvios e funcionalismos”, afirmou Andrei.

Andrei Rodrigues é policial federal desde 2002. Ele atuou como chefe da equipe de segurança do então candidato à Presidência da República Luiz Inácio Lula da Silva, na campanha de 2022, e da então candidata Dilma Rousseff, em 2010.

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