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Brasil

Moraes nega pedido de Cid para tirar tornozeleira e voltar ao Exército

Ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro cumpre medidas cautelares, as quais Moraes considera ainda “necessárias e adequadas”

Manoela Alcântara, Flávia Said09/11/2023 15:05, atualizado 09/11/2023 16:01
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Hugo Barreto/Metrópoles
Imagem colorida de Mauro Cid ao lado de integrante do Exército, fardado

Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes negou o pedido do ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro (PL) Mauro Cid para retirar a tornozeleira eletrônica. Além do pedido de dispensa do aparelho, o tenente-coronel também havia pedido para retomar suas funções no Exército, o que foi igualmente negado.

“Efetivamente, as medidas cautelares se mostravam, e ainda revelam-se, necessárias e adequadas”, diz Moraes em decisão que corre em sigilo, publicada em 30 de outubro.

Como a investigação ainda está em andamento e a Polícia Federal (PF) não apresentou relatório, o ministro avalia que “seria absolutamente prematuro remover as restrições impostas ao investigado, sem qualquer alteração fática da investigação nesse momento”.

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Mauro Cid no Batalhão de Polícia do Exército
Cid estava preso desde 3 de maio, por ordem de Alexandre de Moraes
Mauro Cid deixa Batalhão de Polícia do Exército
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Mauro Cid no Batalhão de Polícia do Exército
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Mauro Cid no Batalhão de Polícia do Exército

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Cid estava preso desde 3 de maio, por ordem de Alexandre de Moraes
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Cid estava preso desde 3 de maio, por ordem de Alexandre de Moraes

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Mauro Cid deixa Batalhão de Polícia do Exército
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Mauro Cid deixa Batalhão de Polícia do Exército

Hugo Barreto/Metrópoles

Delação premiada

Mauro Cid foi preso no início de maio, no âmbito das investigações sobre a fraude nos cartões de vacina do ex-presidente Bolsonaro e de familiares.

O militar deixou a prisão após firmar um acordo de colaboração premiada com a Polícia Federal e o Supremo Tribunal Federal. O principal alvo da delação é o ex-presidente Jair Bolsonaro.

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