Ministro do TSE atesta segurança do voto eletrônico em teste de urnas

Og Fernandes enfatizou que a Justiça Eleitoral vem se aperfeiçoando para garantir integridade da votação

atualizado 07/10/2018 12:05

Luis Nova / Especial para o Metrópoles

O ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Og Fernandes disse, na manhã deste domingo (7/10) de eleições em todo país, que nenhuma “alegação inconsistente” sobre a segurança do voto eletrônico conseguiu comprovar a ocorrência de falhas no sistema das urnas, que, conforme destacou, é auditável e fiscalizável por todos os cidadãos.

“Desde o início, a Justiça Eleitoral vem se aperfeiçoando para garantir essa integridade da votação”, disse Og Fernandes durante a última auditoria de verificação de autenticidade e integridade do sistema da urna eletrônica, em Brasília.

O objetivo do ato é verificar se dados que constam no equipamento correspondem aos que são informados pelo TSE.

O ministro aproveitou para rememorar o tempo em que atuava como juiz eleitoral quando o voto no Brasil era feito manualmente.

“Até pouco menos de 30 anos atrás o trabalho da Justiça Eleitoral com as famosas cédulas era penoso, com uma margem de risco razoavelmente elevada. Isso acabou”, afirmou.

Os procedimentos incluem a chamada “impressão da zerézima”, que é um documento com o nome de todos os candidatos, com respectivos códigos, sem votos contabilizados.

“A Justiça Eleitoral garante que a manifestação de todos os brasileiros será absolutamente respeitada”, completou Og Fernandes.

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