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O ministro interino da Defesa, general Joaquim Silva e Luna, afirmou nesta quarta-feira (11/4) que as investigações sobre o assassinato da vereadora do Rio de Janeiro Marielle Franco (PSol) e do motorista Anderson Gomes estão avançando. Ele acrescentou, no entanto, que os detalhes dos trabalhos são mantidos em sigilo, inclusive nomes de suspeitos.

“É importante que nomes fiquem restritos ao grupo de investigação. Identificar criminoso, a intenção e quem está por trás disso. Há um processo. [A investigação] está avançando, mas essas informações estão todas restritas à polícia, responsável pela investigação”, disse Silva e Luna.

Intervenção
O ministro interino afirma: a intervenção federal na segurança pública no estado do Rio de Janeiro está caminhando no ritmo previsto, mesmo que não haja uma percepção clara de mudança por parte da população. Segundo ele, o processo de intervenção “não se faz do dia para noite”.

“Está indo no ritmo, porque existe toda uma organização a ser feita. Uma intervenção não se faz do dia para noite. Os resultados é que ainda podem não ser perceptíveis. Mas em termos de organização, planejamento e gestão está sendo feito”, disse ele. “Provavelmente essa semana teremos ações que mostrarão um resultado maior. Tem havido treinamento de pessoal da polícia, os resultados vão aparecer. A redução da criminalidade já está presente”, completou.

O ministro falou com jornalistas no Palácio do Planalto, após solenidade de apresentação dos oficiais generais promovidos pelo presidente Michel Temer. Em seu discurso, Temer falou brevemente sobre a intervenção federal, que, segundo declarou em tom elogioso, “já produz resultados”.