Ministério do Turismo promove pesquisa sobre turistas neurodivergentes

Questionário pode ser respondido até 30 de março. Intenção da pasta é elaborar um Guia de Boas Práticas e democratizar o acesso às viagens

atualizado

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Em foto colorida movimentação de viajantes vindos do exterior no desembarque no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos 13 - Metrópoles
1 de 1 Em foto colorida movimentação de viajantes vindos do exterior no desembarque no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos 13 - Metrópoles - Foto: Fábio Vieira/Metrópoles

O Ministério do Turismo está conduzindo um levantamento para identificar formas de tornar o setor mais preparado para atender pessoas neurodivergentes. A iniciativa, realizada em parceria com a Universidade do Estado do Amazonas (UEA) e o projeto Mais Acesso, pretende ampliar a visibilidade do tema e reunir dados que subsidiarão a elaboração de um Guia de Boas Práticas, com orientações voltadas ao atendimento turístico inclusivo.

O prazo para responder ao questionário foi estendido até 30 de março e pode ser acessado clicando aqui.

Segundo a pasta, as informações coletadas serão fundamentais para o aperfeiçoamento de políticas públicas, para a qualificação de serviços turísticos — como hotéis, pousadas e restaurantes — e para o fortalecimento da acessibilidade no turismo em todo o país.

A pesquisa busca compreender a experiência de pessoas neurodivergentes e de seus familiares durante viagens, considerando diferentes etapas da jornada turística, como transporte, hospedagem, alimentação, lazer, eventos e visitação a atrativos naturais e culturais.

Para o ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, o objetivo central é democratizar o acesso às viagens, garantindo dignidade, segurança e autonomia aos turistas. “Ao ouvir quem vive a neurodivergência, avançamos na construção de políticas públicas que tornam o setor mais acessível, humano e inclusivo em todo o país”, afirma.

O levantamento não pretende apenas identificar necessidades sensoriais, comunicacionais e comportamentais, mas também mapear práticas de acolhimento já adotadas no setor, como:

  • capacitação de equipes;
  • criação de ambientes mais tranquilos;
  • sinalização acessível;
  • e adaptação de atividades às necessidades dos visitantes.

Por isso, o público-alvo inclui não somente pessoas neurodivergentes e seus familiares, mas também profissionais do turismo (guias, agências e receptivos), gestores públicos, empreendedores, pesquisadores e estudantes da área.

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