Ministério da Justiça emite alerta após bebê de 28 dias desaparecer em MS
Ayla Emanuelly foi vista pela última vez nessa quinta (6/8), em Campo Grande (MS). Alerta foi divulgado pelo programa Amber Alert Brasil

O Ministério da Justiça e Segurança Pública emitiu, nesta sexta-feira (7/8), um alerta para ajudar a localizar Ayla Emanuelly Pereira de Souza, de 28 dias, desaparecida em Campo Grande (MS). A bebê foi vista pela última vez nessa quinta-feira (6/8), por volta das 12h, na Rua Francisco Aguiar Pimenta.
O alerta foi divulgado pelo programa Amber Alert Brasil, sistema usado para ampliar a divulgação de casos de desaparecimento de crianças em situações que envolvam suspeita de rapto ou sequestro.
Segundo a descrição divulgada pelas autoridades, Ayla tem cabelos castanho-escuros e curtos. Qualquer informação que possa ajudar a localizar a bebê deve ser comunicada imediatamente à Polícia Militar, pelo telefone 190, ou à Polícia Civil de Mato Grosso do Sul, pelo número (67) 3323-2508.

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A Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente (DEPCA) investiga o desaparecimento de Ayla e as circunstâncias do caso.
Entre no canal de WhatsApp do MetrópolesInicialmente, o desaparecimento foi relatado como um possível sequestro. Durante os depoimentos, porém, a Polícia Civil passou a analisar diferentes versões sobre o que teria ocorrido.
Segundo informações divulgadas pelo Campo Grande News, duas adolescentes ouvidas pelos investigadores teriam alterado os relatos apresentados inicialmente e afirmado que o sequestro não teria ocorrido. A família contesta essa interpretação.
Versão apresentada pela família
Uma familiar do pai de Ayla afirmou que a mãe da bebê teria sido atraída por uma mulher com quem mantinha contato pela internet. Segundo o relato, a mulher demonstrava interesse pela gravidez e pela recém-nascida, e teria oferecido um ensaio fotográfico para a criança.
Ainda de acordo com a família, posteriormente, a mulher teria oferecido à adolescente uma diária de R$ 100 para cuidar de outra criança. A mãe de Ayla teria ido ao endereço acompanhada da irmã, também adolescente, e levado a bebê.
A versão apresentada pela família é de que as duas jovens teriam sido rendidas no imóvel e, posteriormente, deixadas na rua sem a recém-nascida.
A família também contesta a informação de que Ayla teria sido entregue para quitar uma suposta dívida do pai com uma facção criminosa. O pai da bebê esteve na DEPCA nesta sexta-feira (7/8) para prestar esclarecimentos e negou envolvimento com organização criminosa.



