Médica agredida por frequentadores de festa decide se mudar: “É perigoso”

Ticyana D’Azambuja revelou ter medo de voltar a sua casa no Grajaú, bairro onde mora no Rio de Janeiro

atualizado

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Ticyana médica agredida
1 de 1 Ticyana médica agredida - Foto: Reprocução/Facebook

A médica Ticyana D’Azambuja, agredida por frequentadores de uma festa no último dia 30 de maio, está hospedada na casa de parentes desde segunda-feira (01/06). Ela revelou ter medo de voltar ao Grajaú, bairro onde mora no Rio de Janeiro: “Seria imprudente continuar ali. É perigoso até para a minha paz de espírito”, disse

“Na primeira noite, ainda tive coragem de dormir sozinha. Mas depois da denúncia e da proporção que ela tomou, eu agora estou com medo. Infelizmente, vou ter que sair da minha casa que tanto amo e que montei com muito carinho e amor. É uma casinha de boneca. Eu lamento muito ter de sair da minha casa, mas estou com medo. Vai ser prudente (a mudança)”, contou a médica.

Após o caso, Ticyana publicou em seu perfil do Facebook um pedido por justiça e contou ter sido procurada pela Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa, pela Defensoria Pública do Estado e por profissionais da psicologia e fisioterapia. “Minha vida virou de pernas pro ar, mas, psicologicamente, estou muito estável”, relata ao Extra.

Desde setembro Ticyana mora no imóvel em Grajaú de aluguel, mas já residia no bairro há seis anos. Ela tem um filho de dois anos e divide a guarda dele com o ex-marido, de quem se separou há um ano e meio.

Por causa da pandemia e por ela trabalhar em três hospitais, na linha de frente do combate ao coronavírus, ficou combinado que o menino ficaria com o pai nesse período, só visitando a mãe quando ela está de folga.

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Ainda com marcas do ocorrido — Ticyana teve o joelho quebrado e as mãos pisoteadas —, a médica diz não desejar a ninguém o que aconteceu com ela – nem aos agressores. “Foi um momento de terror. Quero é que isso não seja esquecido para que nunca mais se repita. A gente não combate o mal com o mal, a barbárie com a barbárie. Eu quero a justiça e não vingança”, reforça.

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