Marcelo Queiroga fará pronunciamento em rede nacional nesta quarta

Declaração que vai ao ar no rádio e na TV terá duração de quatro minutos e quarenta segundos, com início às 20h30

atualizado 28/07/2021 13:55

Minsitro da Saúde Marcelo QueirogaArthur Menescal/Especial Metrópoles

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, fará pronunciamento em rede nacional de rádio e TV nesta quarta-feira (28/7). A informação foi confirmada pelo própria ministro durante o início da tarde.

Segundo a página da Rede Nacional de Rádio, o pronunciamento terá duração de quatro minutos e quarenta segundos, com início às 20h30.

Em conversa com a imprensa na sede do Ministério da Saúde, Queiroga foi questionado sobre o assunto do pronunciamento, mas não respondeu. Será a primeira vez que o cardiologista discursa em rede nacional.

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Nesta quarta-feira, Queiroga anunciou que o governo federal fará um estudo para avaliar a duração da imunidade da Coronavac, vacina contra a Covid-19 produzida pelo Instituto Butantan, em São Paulo.

Apesar de contar com a vacina do Butantan, o laboratório não terá nenhuma participação no estudo. A pesquisa, em parceria com a Universidade de Oxford, também avaliará a aplicação de uma terceira dose e o “mix de vacinas”.

Os testes ocorrerão em Salvador (BA) e em São Paulo (SP), com quatro grupos de 300 voluntários. Cada turma receberá a terceira dose de um imunizante diferente: Coronavac, Pfizer, AstraZeneca e Janssen. A pesquisadora da Universidade de Oxford e coordenadora do estudo, Sue Ann Costa Clemmens, explicou que os testes devem começar nas próximas duas semanas.

De acordo com Queiroga, a ideia de aplicar a terceira dose em pessoas vacinadas com a Coronavac visa a avaliar a efetividade do imunizante a longo prazo. Ele alega que não existem publicações detalhadas sobre a duração da eficácia garantida pelo fármaco. O estudo não terá participação do Instituto Butantan.

“Por que isso? Essa vacina nós não temos publicação na literatura detalhada acerca da sua efetividade. Para ter essas respostas, todas as respostas precisam ser dadas através de ensaios clínicos, de estudos. Vamos fazer um estudo”, explicou o ministro.

 

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