Malafaia dispara contra Moraes e Gonet: "Tinham que tomar um impeachment"
Malafaia apontou "promiscuidade" e citou encontros, viagens e telefonemas que envolveram Alexandre de Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro

O pastor Silas Malafaia disparou, nesta quintra-feira (3/9), críticas contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremos Tribunal Federal (STF), e o procurador-geral da República (PGR), Paulo Gonet. “Tinham que tomar um impeachment”, afirmou Malafaia em vídeo publicado em suas redes sociais.
ALEXANDRE DE MORAES E PAULO GONET TÊM QUE RENUNCIAR OU SER AFASTADOS. pic.twitter.com/y4pTpuBgQq
— Silas Malafaia (@PastorMalafaia) September 3, 2026
A publicação ocorre em meio à repercussão da manifestação de Gonet, que considerou duplamente ilegal a apuração ordenada pelo ministro André Mendonça sobre a rede de influência ligada ao banqueiro Daniel Vorcaro – e que revelou diálogos entre o banqueiro e Moraes.

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Ver todasAo classificar as denúncias como graves, Malafaia apontou “promiscuidade” e citou encontros, viagens e telefonemas que envolveram Moraes e o banqueiro.
Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles“Agora vem a prova. A prova desse contrato de R$ 130 milhões, que é a compra do poder e influência de Alexandre de Moraes. Sabe qual é a prova? A metade do contrato foi redigida por Alexandre de Moraes. A mulher dele não tem nem competência para fazer um contrato inteiro, ela não tem notável saber jurídico, e os maiores escritórios de advocacia do país não cobram honorários desses. É a prova da compra do poder e influência de Alexandre de Moraes, gente. Isso é uma vergonha!”, destacou.
Ele finaliza acusando o procurador-geral de pedir nulidade no processo em que é “citado 33 vezes” juntamente com sua família.
PGR quer nulidade
Paulo Gonet considera duplamente ilegal a apuração determinada pelo ministro André Mendonça sobre a suposta rede de influência do banqueiro Daniel Vorcaro. Segundo o procurador, a Polícia Federal (PF) dedicou 188 páginas do relatório ao ministro Alexandre de Moraes.
Em manifestação apresentada na noite desta terça-feira (1º/9), o procurador-geral afirmou que Mendonça determinou uma investigação que alcançou pessoas com foro por prerrogativa de função.
Segundo Gonet, ministros do Supremo só podem ser investigados com autorização do Plenário da Corte.



