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Brasil

Mãe de Henry quer escrever livro com sua versão sobre morte do filho

Ela diz que já começou a escrever dentro de sua cela e aponta o ex-vereador Jairinho como o único responsável pelo crime

Repórter de Brasil06/07/2021 09:10
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Tânia Rêgo/Agência Brasil
Jairinho e Monique Medeiros, padrasto e mãe de Henry Borel Medeiros, ao serem presos no dia 8 de abril

Rio de Janeiro – Monique Medeiros, a mãe acusada pela morte do próprio filho, o menino Henry Borel, de 4 anos, diz que pretende escrever um livro para apresentar a sua versão da história.

Ela foi presa há 85 dias, assim como o ex-vereador Jairo Souza Santos Junior, o Dr. Jairinho. Ambos são acusados de tortura e apontados como autores do homicídio do menino Henry.

Em entrevista ao Extra, além de revelar sobre a intenção de produzir um livro, Monique disse que já leu 23 obras, entre elas a Bíblia, nesse período de confinamento no Instituto Penal Ismael Silveiro, em Niterói.

Monique, de acordo com o jornal carioca, vê a publicação de um livro com uma oportunidade para apontar as agressões protagonizadas por seu ex-namorado.

“Minha ideia é publicar um livro justamente contando minha história, o que vivi durante todo o relacionamento abusivo e tóxico, com agressões físicas e psicológicas. Quero que esse trabalho ajude mulheres que vivem nessa situação e evite que outras tantas passem por isso. Minha meta, ao sair da cadeia, é dar palestras e focar nesse tema”, afirmou Monique ao Globo.
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Jairinho, padrasto de Henry Borel Medeiros, ao ser preso por suspeita de participação na morte do garoto
Jairinho e Monique Medeiros, padrasto e mãe de Henry Borel Medeiros, ao serem presos no dia 8 de abril
Jairinho, padrasto de Henry Borel Medeiros, ao ser preso no dia 8 de abril
Jairinho, padrasto de Henry Borel Medeiros, ao ser preso no dia 8 de abril
A mãe do menino, Monique Medeiros, foi presa, também sob suspeita de participar da morte
Monique Medeiros
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Monique Medeiros

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Jairinho, padrasto de Henry Borel Medeiros, ao ser preso por suspeita de participação na morte do garoto
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Jairinho, padrasto de Henry Borel Medeiros, ao ser preso por suspeita de participação na morte do garoto

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Jairinho e Monique Medeiros, padrasto e mãe de Henry Borel Medeiros, ao serem presos no dia 8 de abril
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Jairinho, padrasto de Henry Borel Medeiros, ao ser preso no dia 8 de abril

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A mãe do menino, Monique Medeiros, foi presa, também sob suspeita de participar da morte
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A mãe do menino, Monique Medeiros, foi presa, também sob suspeita de participar da morte

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Dr. Jairinho é acusado pela morte do enteado, Henry
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Dr. Jairinho é acusado pela morte do enteado, Henry

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Jairinho é conduzido por policiais
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Jairinho é conduzido por policiais

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Monique, mãe de Henry, segue para IML do Rio
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Monique, mãe de Henry, segue para IML do Rio

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André França, advogado do vereador Jairinho, suspeito da morte do menino Henry, chega à 16ª DP
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André França, advogado do vereador Jairinho, suspeito da morte do menino Henry, chega à 16ª DP

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André França, advogado do vereador Jairinho, suspeito da morte do menino Henry, chega à 16ª DP
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André França, advogado do vereador Jairinho, suspeito da morte do menino Henry, chega à 16ª DP

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Dr. Jairinho foi eleito vereador no Rio
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Dr. Jairinho foi eleito vereador no Rio

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A mãe do menino, Monique Medeiros, foi presa, também sob suspeita de participar da morte
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A mãe do menino, Monique Medeiros, foi presa, também sob suspeita de participar da morte

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Dr. Jairinho, padrasto do garoto
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Dr. Jairinho, padrasto do garoto

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Monique Medeiros, mãe de Henry Borel
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Monique Medeiros, mãe de Henry Borel

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Formada em Letras, a professora lecionou durante 11 anos em uma escola pública na zona oeste do Rio.

Ela alega que vai provar sua inocência na Justiça. Além da tortura e do homicídio, triplamente qualificado, o casal também responde por fraude processual e coação no curso do processo.

“Tenho certeza que cumpri com todas as minhas obrigações como mãe, cuidando e zelando do meu filho da melhor forma que pude. Sinto falta de suas gargalhadas, de nossas brincadeiras, de vê-lo acordar. Hoje, quando olho para trás, meu único arrependimento é ter deixado entrar na minha casa uma pessoa que eu não pude prever que faria algum mal a ele”, lamentou.

Nesta segunda-feira (5/7), a defesa do médico, que teve o registro suspenso após ser interditado pelo Cremerj e ex-vereador tentou desqualificar Monique e a classificou como uma mulher ambiciosa e vaidosa, que inventou mentiras sobre o ex-namorado.

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