MA: anel que levou à tortura de grávida estava em cesto de roupa suja. Veja vídeo

A doméstica, grávida de 6 meses, foi torturada e agredida pela patroa e por um policial militar após ser acusada de furtar um anel

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Imagem colorida, doméstica grávida que sofreu tortura concedeu entrevista ao vivo, no Youtube- Metrópoles
1 de 1 Imagem colorida, doméstica grávida que sofreu tortura concedeu entrevista ao vivo, no Youtube- Metrópoles - Foto: Arte Metrópoles/ Lara Abreu

Acusada de furtar um anel, a doméstica Samara Regina, grávida de seis meses, foi torturada pela patroa Carolina Sthela e pelo policial militar Michael Bruno. Ao Metrópoles, nesta quarta-feira (13/5), Samara revelou que a joia foi encontrada em um cesto de roupa suja, no banheiro do quarto de Carolina.

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Hematomas das agressões sofridas por Samara
PM que ajudou patroa a torturar doméstica grávida se entrega à polícia
Carolina Sthela Ferreira dos Anjos, patroa que agrediu doméstica gestante
Carolina Sthela Ferreira dos Anjos, patroa que agrediu doméstica gestante
Samara Regina, grávida agredida e torturada pela patroa no Maranhão
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Samara Regina, grávida agredida e torturada pela patroa no Maranhão

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Hematomas das agressões sofridas por Samara
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Hematomas das agressões sofridas por Samara

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PM que ajudou patroa a torturar doméstica grávida se entrega à polícia
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PM que ajudou patroa a torturar doméstica grávida se entrega à polícia

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Carolina Sthela Ferreira dos Anjos, patroa que agrediu doméstica gestante

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Segundo a apuração do Metrópoles, em 17 de abril, Samara, que havia sido contratada há 15 dias, compareceu a mais um dia de trabalho à casa da patroa, em Paço do Lumiar, na Grande São Luís (MA).

No local, Carolina a chamou e ordenou que arrumasse a residência, pois receberia a visita de um amigo, o PM Michael Bruno. Após a visita chegar, a patroa a chamou na sala e o PM a questionou sobre o anel que a patroa havia perdido. Em seguida, a acusou de furto e a pressionou para encontrar o objeto pela casa.

Durantes as buscas, Samara foi torturada e agredida  pelo PM e pela patroa. Após procurar por mais tempo, ela achou a joia em um cesto de roupas sujas do banheiro, no quarto da patroa.

“Estava no cesto de roupa suja, em um banheiro do quarto dela. Depois disso, ela veio para cima de mim e me agrediu mais ainda”, contou Samara.

A doméstica detalhou que as agressões duraram cerca de uma hora. Segundo ela, a violência só parou quando Carolina se sentiu “satisfeita” e a expulsou de casa, momento no qual ela pediu ajuda de um vizinho e uma amiga.

Nesta manhã, Samara deu entrevista ao programa Acorda, Metrópoles. Veja aqui:

Patroa e PM estão presos

A empresária Carolina Sthela e o policial militar Michael Bruno permanecem presos no Maranhão após o crime.

O delegado responsável pela investigação, Walter Wanderley, da 21ª Delegacia de Polícia Civil de Araçagi, diz que o caso está sendo tipificado como tortura e lesão corporal gravíssima, com risco de aborto.

As investigações estão em estágio inicial. A Polícia Civil do Maranhão (PCMA) colheu depoimentos da patroa e da vítima. Na sexta-feira (8/5), o Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA) manteve a prisão preventiva de Carolina Sthela.

Walter Wanderley confirmou que a Justiça também manteve a preventiva de Michael.

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