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Brasil

Lula sobre encontro com Zelensky: "Caminhos para construção da paz"

Lula e o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, se reuniram em Nova York nesta quarta-feira e falaram sobre a guerra

20/09/2023 18:59, atualizado 20/09/2023 19:24
Ricardo Stuckert/PR
Lula e Zelensky - Metrópoles

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se manifestou via redes sociais sobre seu primeiro encontro frente a frente com o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky. Os dois se reuniram nesta quarta-feira (20/9) em Nova York, após participarem da Assembleia Geral das Nações Unidas, num encontro marcado pela tensão causada por declarações anteriores de ambos sobre a Guerra da Ucrânia.

“Tivemos uma boa conversa sobre a importância dos caminhos para construção da paz e de mantermos sempre o diálogo aberto entre nossos países”, declarou o presidente do Brasil.

Lula sobre encontro com Zelensky: “Caminhos para construção da paz” - destaque galeria
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Em NY, em 2023, Lula se reuniu pela primeira vez com o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky
Lula, Zelensky e suas equipes durante reunião em 2023
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Lula, Zelensky e suas equipes durante reunião em 2023

Ricardo Stuckert/PR
Em NY, em 2023, Lula se reuniu pela primeira vez com o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky
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Em NY, em 2023, Lula se reuniu pela primeira vez com o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky

Ricardo Stuckert/PR

O encontro foi pedido pelo governo da Ucrânia e aconteceu no hotel onde Lula está hospedado. Zelensky chegou por volta das 16h15 (17h15 em Brasília), acompanhado do chanceler ucraniano, Dmytro Kuleba, para encontro a portas fechadas com o petista.

O mandatário brasileiro esteve acompanhado do chanceler Mauro Vieira, do assessor especial para Assuntos Internacionais da Presidência, Celso Amorim, e do ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social, Paulo Pimenta.

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Os dois chefes de Estado têm divergências sobre o caminho para a solução da guerra que a Rússia impõe à Ucrânia. Em posicionamentos anteriores, Lula fez declarações que geraram incômodo em Kiev, por exemplo, ao dizer que quando “um não quer, dois não brigam”, e acusar nações ocidentais que ajudam a Ucrânia de contribuírem para prolongar o conflito.

Apesar de condenar a invasão da Ucrânia, Lula evita tecer críticas mais duras ao país liderado por Vladmir Putin, também negou a venda de equipamento militar para os ucranianos e não apoia as sanções econômicas contra a Rússia.

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