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Brasil

Lula: religião não pode ser instrumentalizada por partidos

Declaração de Lula foi dada após pesquisas de opinião apontarem que o chefe do Executivo tem maior rejeição entre evangélicos

18/03/2024 10:45, atualizado 18/03/2024 12:27
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Reprodução/Gov.Br
Imagem colorida do presidente Luiz Inácio Lula da Silva - Metrópoles

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, nesta segunda-feira (18/3), que a religião tem sido manipulada de forma “vil e baixa” no país e que a fé não pode ser “instrumentalizada por um partido político ou um governo”.

A declaração foi dada após pesquisas de opinião apontarem que o chefe do Executivo apresenta maior rejeição entre evangélicos. Durante a abertura da reunião ministerial, a primeira do ano, o petista falava da necessidade de consolidar a democracia para a reconstrução do país.

“Um país em que a religião não seja instrumentalizada por um partido político ou um governo. Que a fé seja exercitada na mais plena liberdade das pessoas que queiram exercê-la. A gente não pode compreender a religião sendo manipulada da forma vil e baixa como está sendo neste país”, afirmou o presidente.

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Lula em reunião com ministros
Primeira reunião ministerial de 2024
O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
Lula participa de reunião com ministros
Presidente Lula
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Ricardo Stuckert
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Primeira reunião ministerial de 2024

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O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
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Lula participa de reunião com ministros

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Lula e seus ministros
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Lula, Geraldo Alckmin e Rui Costa
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Lula, Geraldo Alckmin e Rui Costa

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Lula e a aproximação com evangélicos

O governo planeja ações para aproximar o presidente do público evangélico, segmento que tem forte afinidade com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

De acordo com a coluna Igor Gadelha, do Metrópoles, a ideia é construir uma agenda em comum entre o governo e os evangélicos, com temas em que haja consenso em áreas como proteção da família, segurança e assistência social.

Além disso, ministros querem incluir lideranças religiosas em conselhos do governo e melhorar a comunicação entre o público.

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