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Brasil

Lula recria comissão focada em alcançar objetivos da ONU até 2030

Comissão tem como objetivo articular ações voltadas para alcançar objetivos sustentáveis ligados ao fim da desigualdade e ao combate à fome

14/09/2023 20:54, atualizado 14/09/2023 21:55
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Ricardo Stuckert/PR
imagem colorida lula assina decreto no planalto - metrópoles

Às vésperas da viagem a Nova York, nos Estados Unidos, para discursar na Assembleia Geral das Nações Unidas, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assinou a recriação, nesta quinta-feira (14/9), da Comissão Nacional dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (CNODS), encerrada durante a gestão de Jair Bolsonaro (PL).

Os objetivos de desenvolvimento sustentável (ODS) fazem parte da chamada Agenda 2030 — uma série de compromissos firmados durante a Cúpula das Nações Unidas, em 2015. São 17 objetivos descritos em 169 metas, focadas em alcançar propostas de desenvolvimento globais.

Entre eles estão a erradicação da pobreza, o fim da fome, a igualdade de gênero, o acesso a água potável e saneamento, cidades e comunidades sustentáveis e trabalho decente e crescimento econômico. Este último será tema de uma estratégia lançada entre Lula e o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden.

“Vamos trabalhar para que, em 2024, o Brasil possa chegar à Cúpula da ONU de ODS e apresentar o seu relatório voluntário, como foi feito nos governos do presidente Lula e da presidenta Dilma”, declarou Márcio Macêdo, ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República. Clique aqui para ver o vídeo.

O presidente Lula embarca, às 12h desta sexta-feira (15/9), rumo a Havana, Cuba. Em uma visita de menos de 48h em território cubano, o mandatário participará da Cúpula do G77+China, e deve tentar reaquecer as relações diplomáticas entre o país, estremecidas há pelo menos sete anos.

Em seguida, o titular do Planalto segue para Nova York, onde fará o tradicional discurso de abertura entre os chefes de Estado na Assembleia Geral das Nações Unidas.

Durante a fala, Lula deve reforçar a retórica que tem adotado em foros internacionais, focada em combate à desigualdade, transição energética e reforma dos organismos multilaterais.

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