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Lula rechaça anistia na ONU: “Não há pacificação com impunidade”

Presidente discursou durante a abertura da Assembleia Geral da ONU, em Nova York, onde defendeu a soberania brasileira

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Nova York e Brasília — O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) reforçou, nesta terça-feira (23/9), a punição daqueles que arquitetaram contra a democracia brasileira. A declaração do petista ocorreu durante a abertura da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), onde defendeu a soberania brasileira e criticou as ações de Israel na Faixa de Gaza.

“Falsos patriotas arquitetam e promovem publicamente ações contra o Brasil. Não há pacificação com impunidade”, destacou o titular do chefe do Palácio do Planalto, reforçando o movimento contra a anistia aos envolvidos no 8 de Janeiro.
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O petista relembrou a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no Supremo Tribunal Federal (STF) a 27 anos e três meses de prisão por participação em uma trama golpista.

“Há poucos dias e pela primeira vez em 525 anos de nossa história, um ex-chefe de estado foi condenado por atentar contra o Estado Democrático de Direito. Foi investigado, indiciado e julgado e responsabilizado pelos seus atos em um processo minucioso. Teve amplo direito de defesa, prerrogativa que as ditaduras negam às suas vítimas”, complementou o presidente.

Lula pontuou que a condenação de Jair Bolsonaro mostra ao mundo que a democracia e a soberania brasileiras “são inegociáveis”

“Diante dos olhos do mundo, o Brasil deu um recado a todos os candidatos a autocratas e àqueles que os apoiam: nossa democracia e nossa soberania são inegociáveis. Seguiremos como nação independente e como povo livre de qualquer tipo de tutela”, afirmou o petista.

A declaração do líder brasileiro acontece em meio ao aumento das investidas do governo dos Estados Unidos contra o Brasil. Uma das principais medidas aplicadas pelo presidente norte-americano, Donald Trump, foi a taxação de 50% de alguns produtos brasileiros.

A nova alíquota é aplicada em decorrência do que ele chamou de “caça às bruxas” contra o ex-presidente Jair Bolsonaro. Além disso, a Casa Branca anunciou sanções contra o ministro Alexandre de Moraes, do STF, e a esposa dele, Viviane Barci de Moraes, com base na Lei Magnitsky.

A punição se aplica principalmente por meios econômicos, a exemplo do congelamento de bens e contas bancárias em solo ou instituições norte-americanas.

O presidente também criticou as ações militares de Israel contra a Faixa de Gaza. Segundo o petista, está ocorrendo um genocídio no Oriente Médio.

“Nada, absolutamente nada, justifica o genocídio em curso em Gaza. Ali, sob toneladas de escombros, estão enterradas dezenas de milhares de mulheres e crianças inocentes. Ali também estão sepultados o Direito Internacional Humanitário e o mito da superioridade ética do Ocidente”, enfatizou Lula.

Antes da abertura da Assembleia Geral da ONU, o Reino Unido, a França, o Canadá e a Austrália reconheceram o Estado Palestino.

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