Lula: para combater crime, não é necessário “violar soberania” alheia

Presidente Lula defendeu cooperação entre países sul-americanos para enfrentar o crime organizado

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Lula e o presidente do Equador, Daniel Noboa
1 de 1 Lula e o presidente do Equador, Daniel Noboa - Foto: Ricardo Stuckert / PR

Durante visita do presidente do Equador, Daniel Noboa, a Brasília, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defendeu a cooperação entre os países para combater o crime organizado. O chefe do Planalto disse que é possível enfrentar o problema “sem classificar organizações criminosas como terroristas nem violar a soberania alheia”.

Recentemente, o governo dos Estados Unidos tentou incluir facções criminosas, como o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV), no rol de organizações terroristas; no entanto, o governo Lula se manifestou contra a iniciativa.

Sem citar os EUA, Lula fez referência ao episódio nesta segunda. “Não é preciso classificar organizações criminosas como terroristas nem violar a soberania alheia para combater o crime organizado. Só conseguiremos deter as redes criminosas que se espalharam pela América do Sul agindo juntos”, ressaltou o petista.

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Ele também manifestou interesse em firmar parceria com o Equador na área de segurança pública. “Reforcei ao presidente Noboa a oferta brasileira de cooperação em segurança pública. Vamos reabrir a adidância da Polícia Federal em Quito”, adiantou.

O encontro ocorre em meio ao esforço brasileiro de diversificar parcerias comerciais, após o tarifaço imposto pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Em 2024, o comércio entre Brasil e Equador somou US$ 1,1 bilhão, sendo que US$ 970 milhões representam exportações brasileiras. Entre os itens enviados para o país sul-americano, estão veículos, máquinas, medicamentos e produtos das indústrias de papel e celulose.

Os presidentes se reuniram na manhã desta segunda, em um encontro privado. Delegações de ambos os países assinaram atos de cooperação em áreas como desenvolvimento social, inteligência artificial e agricultura familiar. Após o encontro, houve um almoço no Palácio Itamaraty.

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