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Lula: “Meu partido tem forte relação com o Partido Comunista Chinês”

Presidente Lula deu declaração durante reunião com o líder do Partido Comunista da China, Li Xi, no Palácio do Planalto

atualizado

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Ricardo Stuckert/PR
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1 de 1 imagem colorida presidente lula - metrópoles - Foto: Ricardo Stuckert/PR

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) recebeu, nesta sexta-feira (22/9), o líder de uma comitiva do Partido Comunista da China, que está em visita oficial ao Brasil. Durante a conversa com o representante chinês, no Palácio do Planalto, o petista defendeu que o partido dele “tem uma forte relação com o Partido Comunista Chinês”.

“É sempre uma alegria poder receber um país irmão. Um país com quem mantemos uma relação extraordinária, não apenas do ponto de vista comercial, mas do ponto de vista político”, destacou Lula.

Veja o vídeo:

Em reunião com Li Xi, membro do Comitê Permanente do Politburo e Secretário da Comissão Central de Inspeção Disciplinar do Comitê do Partido Comunista da China, Lula reforçou convite para que o presidente da China, Xi Jinping, visite o Brasil em 2024.

“O meu partido tem uma forte relação com o Partido Comunista Chinês. Eu próprio já fui à China como dirigente partidário antes de ser presidente da República”, completou o presidente brasileiro.

“Queria que fosse transmitido ao povo chinês, e ao governo chinês, que nós temos toda a boa vontade e a disposição de estabelecermos cada vez mais uma relação forte com a China.”

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A China é um dos principais parceiros comerciais do Brasil e , no próximo ano, completam-se 50 anos de relações diplomáticas entre os dois países, e 20 anos da criação da Comissão Sino-Brasileira de Alto Nível de Concertação e Cooperação (Cosban).

Para celebrar as datas, Brasil e China estão elaborando uma série de eventos. A visita de Xi Jinping, se o convite for aceito, será o principal deles.

Contudo, o presidente chinês, pelo menos este ano, tem evitado parte das agendas diplomáticas internacionais e não foi, por exemplo, para a Assembleia Geral das Nações Unidas, no último fim de semana, nos Estados Unidos.

Ele esteve, porém, na última reunião de cúpula dos Brics em agosto, na África do Sul, e pode vir ao Brasil duas vezes em 2024, caso aceite o convite de Lula e também participe do próximo encontro de chefes de estado dos Brics, que será realizado no Rio de Janeiro.

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