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Brasil

Lula anuncia descanso entre 26/12 e 3/1, mas diz que levará trabalho

Lula disse que material produzido pelo "Conselhão" deve atrapalhar o período de descanso no fim do ano

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Vinícius Schmidt/Metrópoles
Imagem colorida de Lula e Janja em Brasília - Metrópoles

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) revelou, nesta terça-feira (12/12), os planos de recesso para a virada do ano: uma folga entre 26 de dezembro e 3 de janeiro de 2024. O chefe do Executivo também disse, em tom de brincadeira, que vai levar trabalho para o recesso, sem citar o destino do descanso.

“Pensei que ia tirar descanso de 26 de dezembro a 3 de janeiro, mas já vi que vou levar todo esse material para ler”, disse Lula, nesta terça-feira.

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 Lula pediu a ministra da Saúde, Nísia Trindade, para criar uma própria marca para sua gestão à frente da pasta
Lula e Gleisi Hoffmann, presidente do PT
Lula em Cúpula do Mercosul, no Rio de Janeiro
Chico Buarque, Maria Bethania, Lula e Caetano Veloso
Alckmin, Tarcísio e Lula em Brasília
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Alckmin, Tarcísio e Lula em Brasília

Ricardo Stuckert/PR
 Lula pediu a ministra da Saúde, Nísia Trindade, para criar uma própria marca para sua gestão à frente da pasta
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Lula pediu a ministra da Saúde, Nísia Trindade, para criar uma própria marca para sua gestão à frente da pasta

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Lula e Gleisi Hoffmann, presidente do PT
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Lula e Gleisi Hoffmann, presidente do PT

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Lula em Cúpula do Mercosul, no Rio de Janeiro
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Lula em Cúpula do Mercosul, no Rio de Janeiro

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Chico Buarque, Maria Bethania, Lula e Caetano Veloso
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Chico Buarque, Maria Bethania, Lula e Caetano Veloso

Reprodução

O “material” a que se refere o petista são sugestões feitas pelos vários grupos temáticos do chamado “Conselhão”, o Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável, formado por representantes da sociedade civil e que teve reunião nesta semana, em Brasília.

Após ouvir os projetos dos conselheiros sobre temas diversos, Lula questionou “de quanto será o investimento para colocar essas coisas maravilhosas que detectaram fazer para o Brasil dar certo. Quanto vai custar? Aí que entra a decisão política”.

“Tudo para nós é sempre atrasado, difícil, foi assim a nossa independência, o fim da escravidão, o voto da mulher, a universidade”, seguiu o petista, em discurso, ao falar sobre a demora na tomada dessas decisões políticas.

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