Líder do PT pede prisão de Bolsonaro pela “garantia da ordem pública”

Lindbergh Farias (PT-RJ) argumenta que “não há qualquer óbice para a decretação da prisão preventiva” antes do julgamento de Bolsonaro

atualizado

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KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES
Líder do PT Lindbergh Farias três pontos
1 de 1 Líder do PT Lindbergh Farias três pontos - Foto: KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES

O líder do Partido dos Trabalhadores na Câmara dos Deputados, deputado Lindbergh Farias (PT-RJ), pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) a prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O pedido foi protocolado em ação penal que Bolsonaro responde por tentativa de golpe de Estado — ele será julgado a partir de 2 de setembro.

Lindbergh defende que Bolsonaro deve ter a prisão preventiva decretada para “a garantia da ordem pública e econômica e da aplicação da lei penal”, argumenta no pedido. Além disso, o líder o PT ressalta na solicitação o ” descumprimento reiterado das medidas cautelares” por parte do ex-presidente.

Risco de fuga

Para o parlamentar, o “risco concreto de fuga, apontado pela Polícia Federal, agrava ainda mais o quadro, pois se soma ao descumprimento reiterado e ao contexto de ataques estrangeiros com a aplicação de sanções com o objetivo de interferir no processo de julgamento da AP nº 2.668 que tramita no STF”.

E ainda defende que “não há qualquer óbice para a decretação da prisão preventiva em razão da proximidade com o início do julgamento”.

O parlamentar argumenta que a prisão preventiva não se trata de antecipação de pena, “mas da necessidade cautelar de resguardar a própria integridade do processo de julgamento do representado e dos corréus e da própria aplicação da lei penal, após a cautela e prudência da Primeira Turma na crescente aplicação de medidas cautelares diversas terem se mostrado insuficientes”.

Bolsonaro está em prisão domiciliar desde 4 de agosto. No entanto, qualquer descumprimento de medida cautelar pode resultar em prisão preventiva.

Há um pedido de explicações do ministro Alexandre de Moraes para a defesa de Bolsonaro sobre um pedido de asilo para o presidente da Argentina, Javier Milei. O prazo da defesa acaba às 20h34 desta sexta.

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