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Brasil

Líder do PT critica articulação por anistia: "Golpe parlamentar"

O líder do Partido do PT na Câmara dos Deputados, Lindbergh Farias, está acompanhando no STF o julgamento da trama golpista no STF

03/09/2025 11:19, atualizado 03/09/2025 15:46
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Líder do PT critica articulação por anistia: “Golpe parlamentar”
O líder de do PT na Câmara, deputado Lindbergh Farias, fala com a imprensa no STF. O julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e de mais sete aliados começou às 9h10 desta terça-feira (2/9) na Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF). Os cinco ministros da Turma analisam a ação penal sobre suposta trama golpista atribuída ao ex-chefe do Palácio do Planalto e sete réus que visou anular as eleições de 2022 e manter Bolsonaro no poder - Metrópoles

Em meio a julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e aliados na Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), o líder do Partido dos Trabalhadores (PT) na Câmara dos Deputados, Lindbergh Farias (RJ) afirmou que a articulação da oposição para pautar o PL da Anistia neste momento é um espécie de “golpe parlamentar”.

Confira:

“É uma loucura completa o Parlamento cogitar a votar uma anistia no meio dos julgamentos (…) Isso é uma interferência indevida, seria uma espécie de golpe parlamentar”, falou o deputado ao sair do STF.

Lindbergh tem acompanhado o julgamento do núcleo 1 da trama golpista no STF.

“Então nós temos uma articulação aqui, na minha avaliação, claramente ilegal e inconstitucional. Por que inconstitucional? Porque já existe posição dos ministros do Supremo no caso do deputado Daniel Silvera. Votos claros. O ministro Fux, por exemplo, diz que crime contra o Estado Democrático e Direito é impossível de anistia”.

Acompanhe o julgamento da trama golpista no Metrópoles

Julgamento

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) retomou, às 9h18 desta quarta-feira (3/9), o julgamento da ação penal que investiga a suposta trama golpista atribuída ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e a outros sete réus do núcleo 1, ou “núcleo crucial”, da Ação Penal nº 2.668. Nesta quarta, a sessão da Primeira Turma ocorre no horário da manhã, das 9h às 12h.

O segundo dia dessa fase final do julgamento tem como destaque a sustentação oral da defesa do ex-presidente, iniciada logo após a sustentação oral do advogado do general Augusto Heleno, Matheus Milanez.

O advogado Celso Villardi deu início à defesa de Bolsonaro por volta das 10h15. “Não há provas que atrelem Bolsonaro ao 8/1”, destacou. O defensor também questionou a delação de Mauro Cid e o tempo para analisar as provas. “Mauro Cid foi pego na mentira pela enésima vez”, acrescentou Villardi. “Esse homem (Cid) não é confiável”.

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