João Doria anuncia vacinação de professores e policiais em São Paulo

Vacinação de profissionais de segurança inicia em 5 de abril e a de professores, no dia 12 de abril

atualizado 24/03/2021 12:57

Início da vacinação de idosos acima de 85 anos contra o coronavírus no Estádio do Pacaembu na Praça Charles Miller, zona oeste de São Paulo, na manhã desta quinta-feira (11)Fábio Vieira/Metrópoles

São Paulo – O governador João Doria (PSDB) anunciou na manhã desta quarta-feira (24/3) que São Paulo iniciará a vacinação de professores e policiais nos próximos dias.

A vacinação dos profissionais de segurança começa no dia 5 de abril. Serão vacinados 180 mil pessoas entre policiais militares, policiais civis, bombeiros, polícia científica, agentes de segurança, escolta penitenciária e guardas civis metropolitanos (GCMs).

A vacinação dos profissionais de educação começa no dia 12 de abril. Serão vacinados 350 mil pessoas que trabalham da creche ao ensino médio. Serão vacinados professores, diretores, inspetores e profissionais de educação que trabalham nas redes municipal, estadual e privada de educação.


O governador atende reivindicação antiga das duas categorias. Entre professores, a vacinação se transformou em batalhas de liminares nos tribunais de justiça. A categoria exigia a vacinação para a volta às aulas presenciais.

Aulas como serviço essencial

Desde o fim de 2020, Rossieli Soares, secretário da Educação do estado de São Paulo, defendia a classificação das aulas como “serviço essencial”.

“Tem de ser prioridade manter a escola aberta com segurança para ter algum tipo de atividade para os estudantes. No mundo inteiro, mesmo com ondas maiores de casos, a educação é essencial. Se depender de mim, escola tem de ser considerada serviço essencial”, declarou Soares, em dezembro de 2020.

Com a volta das aulas em fevereiro de 2021, professores efetivos declararam greve e sindicato denunciou que escolas não estavam adequadas para o trabalho, como também declarou que profissionais da educação estavam sendo contaminados pelo novo coronavírus.

As aulas foram suspensas em todo o estado no dia 15 de março, quando o governo paulista estabeleceu a fase emergencial, fechando escolas para aulas, mas mantendo a distribuição de merenda.

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