Eleição 2026

João Campos reage à suposta espionagem do governo de Raquel Lyra

Prefeito do Recife declarou que “na política não se pode tudo” e apontou “interesse eleitoral” nas ações; Polícia Civil nega acusação

atualizado

metropoles.com

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O prefeito do Recife, João Campos
1 de 1 O prefeito do Recife, João Campos - Foto: Reprodução

O prefeito do Recife, João Campos (PSB), comentou a suspeita de espionagem da Polícia Civil de Pernambuco contra um secretário municipal da capital. Sem mencionar nomes, afirmou que “na política não se pode tudo” e apontou “interesse eleitoral” nas ações.

“Quero dizer a vocês que isso não vai ficar impune. Não vai. Porque não vale tudo para disputar uma eleição. Não vale tudo dentro de uma instituição tão séria como a Polícia Civil, com mais de 200 anos. Vou tomar todas as medidas cabíveis na Justiça brasileira, porque isso não vai passar impune. A democracia brasileira não permite nem permitirá nenhum arroubo autoritário”, disse o prefeito do Recife em um vídeo publicado no Instagram.

Entenda o caso

Segundo uma denúncia anônima, agentes da corporação teriam acompanhado a rotina de Gustavo Queiroz Monteiro, secretário de Articulação Política e Social do Recife, e do irmão dele, Eduardo Monteiro, que é assessor municipal.

A denúncia ocorre meses antes da eleição pelo governo do estado, que deve ter o prefeito do Recife e a governadora Raquel Lyra (PSD) como principais concorrentes.

O governo de Pernambuco confirmou que uma investigação foi realizada, mas negou que o caso se trate de espionagem contra Gustavo Queiroz Monteiro e o irmão.

A jornalistas, o secretário de Defesa Social de Pernambuco, Alessandro Carvalho, houve uma investigação motivada por uma denúncia de recebimento de propina, e o foco da apuração foi um veículo da frota da prefeitura utilizado pelo secretário.

O secretário afirmou que se tratava de uma “grave denúncia” feita por um funcionário público do Recife. Disse, no entanto, que o caso não permitia a instauração de um inquérito, mas não poderia ser ignorado. Por isso, segundo ele, a Polícia Civil realizou uma “checagem”, que não confirmou a acusação, e o caso foi arquivado. O secretário acrescentou ainda que Raquel pediu que o episódio fosse apurado.

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