Israel violou leis internacionais ao interceptar flotilha, diz Lula

Presidente Lula afirmou que Itamaraty vai prestar auxílio para garantir a “integridade” dos brasileiros capturados pelo governo israelense

atualizado

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Presidente Lula durante a cerimônia de entrega do Prêmio MEC da Educação Brasileira Metrópoles
1 de 1 Presidente Lula durante a cerimônia de entrega do Prêmio MEC da Educação Brasileira Metrópoles - Foto: VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, nesta segunda-feira (6/10), que Israel violou as leis internacionais ao interceptar mais de 40 barcos da flotilha Global Sumud, que viajava à Faixa de Gaza para levar ajuda humanitária em águas internacionais.

“O Estado de Israel violou as leis internacionais ao interceptar os integrantes da flotilha Global Sumud, entre eles cidadãos brasileiros, fora de seu mar territorial. E segue cometendo violações ao mantê-los detidos em seu país”, declarou Lula em postagem no X.

No total, 13 cidadãos do Brasil estão entre os 461 ativistas capturados pelo governo israelense. Eles estão presos no centro de detenção de Ketziot, próximo à fronteira com o Egito.

Os brasileiros detidos em Israel chegaram a receber a visita de diplomatas brasileiros. Entre os retidos, está a deputada federal Luizianne Lins (PT).

De acordo com Lula, o Itamaraty vai prestar auxílio para garantir a “integridade dos nossos compatriotas”.

O Ministério das Relações Exteriores também foi acionado para, segundo o presidente Lula, usar “todas as ferramentas diplomáticas e legais, junto ao Estado de Israel, para que essa situação absurda se encerre o quanto antes e possibilite aos integrantes brasileiros da flotilha regressarem a nosso país em plena segurança”.

Greta e ativistas deportados

O Ministério das Relações Exteriores de Israel informou, nesta segunda, que deportou dos 171 ativistas, incluindo Greta Thunberg, para a Grécia e a Eslováquia. Segundo o órgão, há apenas um brasileiro entre os deportados.

O ativista Nicolas Calabrese foi liberado no sábado (4/10) devido à cidadania italiana e argentina, de acordo com a assessoria da flotilha. A previsão é que Nicolas chegue ao Aeroporto Galeão, no Rio de Janeiro, nesta segunda.

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