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Brasil

Governo brasileiro repudia ataque de Israel à escola da ONU em Gaza

Governo do Brasil expressou "absoluto" repúdio ao ataque de Israel contra escola em Gaza que deixou ao menos 40 mortos

06/06/2024 19:22, atualizado 09/06/2024 08:54
DEIR AL BALAH, GAZA - JUNE 06: The dead bodies of the Palestinians are brought to the Al Aqa Martyrs hospital after the United Nations Relief and Works Agency for Palestine Refugees (UNRWA) school sheltering thousands of people, is bombed by the Isreali army, on June 06, 2024 in Deir Al Balah, Gaza. It was reported that death toll from Israeli airstrike on UNRWA school in Nuseirat refugee camp, central Gaza Strip, rises to 39. (Photo by Ashraf Amra/Anadolu via Getty Images)
Imagem colorida mostra corpos de vítimas do ataque israelense contra escola da ONU na Faixa de Gaza - Metrópoles

O Brasil condenou o ataque israelense contra uma escola da Organização das Nações Unidas (ONU) na Faixa de Gaza, realizado nesta quinta-feira (6/6), e expressou “absoluto repúdio” contra ações militares que atingem civis.

“O governo brasileiro condena, nos mais fortes termos, o ataque israelense realizado na manhã de hoje, 6/6, à escola da Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina no Oriente Próximo (UNRWA) no campo de refugiados de Nuseirat, no centro da Faixa de Gaza, deixando ao menos 40 mortos e dezenas de feridos”, disse uma nota divulgada pelo Ministério das Relações Exteriores.

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Além disso, o governo brasileiro demonstrou “absoluto repúdio ao emprego indiscriminado da força militar contra a população civil” e pediu que ambos os lados envolvidos no conflito respeitem os direitos humanos, e que Israel e Hamas voltem às mesas de negociação por um cessar-fogo.

Libertação de reféns

Em uma declaração separada, o Brasil pediu a libertação de reféns que ainda estão nas mãos do Hamas,  um acordo de cessar-fogo, além do fim das hostilidades no Oriente Médio. O governo brasileiro também apelou para a construção de uma solução de dois estados para a questão da Palestina.

O documento foi assinado por Estados Unidos, Argentina, Áustria, Bulgária, Canadá, Colômbia, Dinamarca, França, Alemanha, Polônia, Portugal, Romênia, Sérvia, Espanha, Tailândia e Reino Unido

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