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Brasil

Indígenas protestam no Planalto por demarcação e contra Marco Temporal

Cobranças em frente ao Palácio do Planalto são ao presidente Lula e ao STF. Representante diz que grupo busca agenda com ministros

14/05/2024 10:05, atualizado 14/05/2024 11:37
BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto
Indígenas protestam no Planalto

Indígenas representados pela Federação Indígena das Nações Pataxó e Tupinambá do Extremo Sul da Bahia (Finpat) protestam na manhã desta terça-feira (14/5), em frente ao Palácio do Planalto, em Brasília.

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Pedido dos indígenas é para considerar Marco Temporal inconstitucional
Protesto de indígenas em Brasília (DF)
A PMDF faz um cordão para impedir que o ato de indígenas bloqueie a pista
Grupo de indígenas protestam em frente ao Palácio do Planalto
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Grupo de indígenas protestam em frente ao Palácio do Planalto

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Pedido dos indígenas é para considerar Marco Temporal inconstitucional
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Pedido dos indígenas é para considerar Marco Temporal inconstitucional

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Protesto de indígenas em Brasília (DF)
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Protesto de indígenas em Brasília (DF)

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A PMDF faz um cordão para impedir que o ato de indígenas bloqueie a pista
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A PMDF faz um cordão para impedir que o ato de indígenas bloqueie a pista

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Há duas demandas principais: a demarcação do território de quatro etnias na Bahia e a declaração de inconstitucionalidade da lei do Marco Temporal, aprovada no ano passado pelo Congresso. A primeira cobrança é voltada ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e a segunda, ao Supremo Tribunal Federal (STF), que julgará a questão.

Veja:

Kâhu Pataxó, presidente da Finpat, disse ao Metrópoles que o grupo tentou, novamente, marcar uma reunião com diversos ministros para tratar da demarcação de terras.

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“Sempre têm colocado que não tem possibilidade de agenda, que precisam de tempo para ver a agenda e, quando mandamos com antecedência, não tem agenda. O que tem feito aqui é sempre reunir com auxiliar de ministro e eles não têm caneta na mão para decidir”, explicou.

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“É nossa luta milenar, nossa região é bem onde dizem que se descobriu o Brasil. Estamos esperando a demarcação que não acontece”, completou.