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Seu Ari da Cunha, 72 anos, sabia de cor até os segundos vividos ao lado de sua grande paixão, Marlete: 52 anos, 7 meses e uma semana. A esposa, falecida em janeiro, continuava presente na memória e no coração do idoso que, na tarde da última segunda-feira (6/12), se dirigiu à Câmara de Vereadores de Joinville para, entre outras reivindicações, imprimir a história do casal e uma carta direcionada ao amor de sua vida, escrita dias antes.
Na volta para casa, no entanto, seu Ari, que estava de bicicleta, foi atingido por um carro desgovernado e morreu no local do acidente. Na carta de poucas linhas, Ari narra a dor que carrega pela falta da esposa que, por mais de 10 anos, lutou contra depressão.
Ele também destaca “a riqueza de amor” que cultivava em sua relação de mais de cinco décadas. Mas, nos últimos 11 meses longe de Marlete, seu Ari se sentia pobre.
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