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Brasil

Ibovespa fecha em alta histórica a 135,9 mil pontos. Dólar tem queda

Máxima histórica de fechamento de um pregão era de 134.193,72 pontos, alcançada em dezembro de 2023. O dólar fecha em queda, a R$ 5,41

19/08/2024 17:11, atualizado 20/08/2024 06:30
Cris Faga/NurPhoto via Getty Images
Imagem desfocada do painel da Bolsa de Valores do Brasil, a B3, com os números que refletem o desempenho das ações negociadas - Metrópoles

O Ibovespa, principal índice de ações da bolsa de valores, fechou o pregão desta segunda-feira (19/8) com valor recorde em um pregão e teve alta de 8,19%, ficando a 135.948,52 pontos.

Anteriormente, a máxima histórica de fechamento de um pregão era de 134.193,72 pontos, alcançada em dezembro do ano passado.

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Na máxima do dia, o Ibovespa chegou a alcançar 136.179 pontos, marcando um valor recorde para a pontuação máxima durante um pregão.

Ibovespa sobe e dólar cai

O dólar comercial fechou em queda de 0,99%, cotado a R$ 5,413. Esse é o menor nível da moeda norte-americana desde 26 de junho deste ano, quando encerrou a sessão em R$ 5,390.

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No início do pregão, a moeda abriu em queda de 0,09%, cotada a R$ 5,46. Na última semana, o dólar desvalorizou 0,85%, com recuo de 3,29% no mês e alta de 12,68% no acumulado do ano.

A cotação da moeda norte-americana vem seguida das falas do diretor de política monetária do Banco Central (BC), Gabriel Galípolo, sobre o compromisso de perseguir a meta na inflação, que é de 3%, com variação de 1,5 ponto percentual (para cima ou para baixo).

Mais cedo, analistas do mercado financeiro ajustaram as projeções para a inflação deste ano, passando de 4,20% para 4,22% — o que representa elevação na estimativa pela quinta semana seguida, segundo dados do Relatório Focus, divulgado pelo Banco Central.

Como mostrou o BP Money, parceiro do Metrópoles, Galípolo afirmou que o BC aguardará as próximas quatro semanas até a reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) de setembro, para obter “o máximo de dados”.