IBGE revela pela primeira vez os sobrenomes mais usados no Brasil

O IBGE divulgou nesta terça-feira (4/11) levantamento com os nomes e sobrenomes mais populares do Brasil

atualizado

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Marcello Casal Jr/Agência Brasil
Imagem ilustrativa de certidão de nascimento. Proporção de pais ausentes no registro dobrou em SP nos últimos 9 anos - Metrópoles
1 de 1 Imagem ilustrativa de certidão de nascimento. Proporção de pais ausentes no registro dobrou em SP nos últimos 9 anos - Metrópoles - Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Segundo levantamento realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os nomes mais populares do Brasil são José (masculino) e Maria (feminino). Pela primeira vez, o instituto também divulgou os sobrenomes mais populares no país: Silva e Souza.

A pesquisa, divulgada nesta terça-feira (4/11), mostra que existem mais de 12 milhões de “Marias” e cerca de 5 milhões de “Josés” no Brasil.

Confira o ranking de nomes mais comuns:

  • Maria – 12,2 milhões;
  • José – 5,1 milhões;
  • Ana – 3,9 milhões;
  • João – 3,4 milhões;
  • Antonio – 2,2 milhões;
  • Francisco – 1,6 milhão;
  • Pedro – 1,6 milhão;
  • Carlos – 1,4 milhão;
  • Lucas – 1,3 milhão;
  • Luiz – 1,3 milhão.

Conheça os sobrenomes mais comuns no Brasil:

  • Silva – 34 milhões;
  • Santos – 21,3 milhões;
  • Oliveira – 11,7  milhões;
  • Souza – 9,1 milhões;
  • Pereira – 6,2 milhões;
  • Ferreira – 6 milhões;
  • Lima – 6 milhões;
  • Alves – 5,7 milhões;
  • Rodrigues – 5,4 milhões;
  • Costa – 4,8 milhões.

Para o gerente de Inovação e Desenvolvimento no IBGE e responsável pelo projeto, Rodrigo Almeida Rego, a versão anterior do Nomes no Brasil, lançada em 2016 com dados do Censo 2010, foi um sucesso absoluto e inesperado de público. “Agora que temos a real dimensão do grande interesse da sociedade por dados sobre nomes, quisemos não só atualizar o site com dados do censo mais recente, como acrescentar mais dimensões para se explorar”, disse.

Segundo o IBGE, o levantamento evidencia as tendências de nomes que entram e saem de moda ao longo do tempo, bem como aqueles que aparecem de maneira mais constante.

Cruzando os gráficos de incidência, é possível ver o declínio do uso de alguns nomes ao longo das décadas, que se refletem também nas idades medianas, a exemplo de Osvaldo e Terezinha (62 e 66 anos), assim como a ascensão dos nomes “mais recentes” que possuem idades medianas bem mais baixa, como Gael e Helena (1 e 8 anos, respectivamente).

Dá para consultar ainda quão popular é cada nome e sobrenome, além de origem e cidade em que ele é mais comum.

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