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Brasil

Humberto critica conflito exposto no PT e pede "freio de arrumação"

Senador Humberto Costa (PT-PE) assumiu presidência do partido de forma interina após saída de Gleisi Hoffmann

11/03/2025 15:59, atualizado 11/03/2025 16:26
VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
Metrópoles Entrevista Humberto Costa

O presidente interino do Partido dos Trabalhadores (PT), senador Humberto Costa (PE), criticou, nesta terça-feira (11/3),  a exposição do conflito interno na sigla. As divergências surgiram sobre o nome para suceder Gleisi Hoffmann na presidência do PT.

O favorito é o ex-prefeito de Araraquara (SP) Edinho Silva, que tem apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Surgiram, porém, divergências sobre o nome dentro da própria corrente majoritária do partido, a Construindo Um Novo Brasil (CNB). Alguns quadros do partido defendem que haja um candidato além de Edinho.

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“Está existindo hoje uma disputa que não tem uma base política, programática, dentro da CNB, que é uma disputa de espaço concretamente, e que eu acho que está sendo feita de uma maneira equivocada”, alegou Humberto ao Metrópoles.

“Todas essas coisas podem ser superadas pelo debate, pela negociação. Então, eu acho que a fervura está exagerada e tem de ter um freio de arrumação, parar com isso”, defendeu o presidente interino do partido.

O próximo Processo de Eleição Direta (PED) do PT para a escolha do sucessor de Gleisi Hoffmann está marcado para julho. A deputada federal pelo Paraná antecipou a saída do cargo para assumir a Secretaria de Relações Institucionais (SRI) do Palácio do Planalto, e Humberto Costa foi designado para o cargo interinamente.

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