Homem morto no Carrefour frequentava o mercado semanalmente, diz pai
A família aguarda a liberação do corpo pelo Instituto Médico Legal (IML). João Freitas deixa a esposa e quatro filhos

O pai de João Alberto Silveira Freitas, 40 anos, assassinado no estacionamento do hipermercado Carrefour em Porto Alegre (RS), afirmou que o filho frequentava o mercado toda semana. Em entrevista à Rádio Gaúcha nesta sexta-feira (20/11), João Batista, de 65, disse que aguarda a liberação do corpo do filho pelo Instituto Médico Legal (IML).
João Batista conta que a primeira informação que recebeu sobre o caso era de que o filho estava sendo preso. Quando chegou ao local do crime, encontrou os médicos tentando reanimá-lo. “Não teve mais condição, ele já estava morto”, conta.
Segundo João, o filho vivia com a esposa e era conhecido e querido no bairro em que morava. A vítima também frequentava o mercado semanalmente.
“Dia sim, dia não, ele ia ao mercado. Inclusive me incentivou a fazer um cartão para a gente comprar lá. E agora aconteceu uma coisa dessas, eu não esperava. Uma agressão tão rústica acabar com a vida dele daquela maneira”.

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