Homem mata irmão a facadas para defender a mãe em GO
Segundo a PM, irmão teria chegado em casa sob efeito de drogas e passou a ameaçar a própria mãe. Ele já tinha outros episódios de violência
atualizado
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Goiânia – Um homem foi preso suspeito de matar o próprio irmão na capital goiana. Segundo informações da Polícia Militar, o crime ocorreu quando ele tentava defender a mãe, que estaria sendo ameaçada pelo outro filho.
O caso ocorreu na tarde de quinta-feira (28/5), no Jardim Curitiba. De acordo com a PM, a vítima, que era usuária de drogas, chegou à residência sob efeito dos entorpecentes, passou a provocar confusão e agir com violência contra os familiares.
Conforme relato da mãe aos policiais, o filho era usuário de crack desde os 12 anos de idade e já teria protagonizado diversos episódios de violência dentro da residência. Ainda segundo ela, o homem costumava quebrar objetos da casa e furtar pertences da família para trocar por drogas.
Segundo a ocorrência, a mãe pediu ajuda ao outro filho para tentar controlar a situação. Aos policiais, o suspeito relatou que conversava com a mãe quando começou uma discussão com o irmão. Em seguida, a vítima teria pegado uma faca e tentado atacá-lo.
Os dois irmãos entraram em luta corporal e, durante a briga, o suspeito conseguiu tomar a arma branca e acabou atingindo a vítima durante o confronto.
Após o ferimento, o suspeito colocou o irmão no carro e o levou para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Jardim Curitiba. No entanto, apesar da tentativa de socorro, a vítima não resistiu aos ferimentos e morreu na unidade de saúde.
Suspeito foi preso
O homem foi localizado na própria residência, assumiu ter golpeado o irmão e se entregou aos policiais. A faca utilizada no caso foi apreendida e encaminhada à Central Geral de Flagrantes juntamente.
De acordo com a Polícia Militar, a vítima tinha antecedentes por roubo, furto, lesão corporal e uso de entorpecentes.
O caso foi registrado como homicídio e será investigado pela Polícia Civil, que deverá apurar as circunstâncias da morte e se houve legítima defesa durante o confronto.