Homem envolvido no atropelamento que matou argentina no RS é indiciado

A necrópsia do corpo da mulher aponta que a morte se deu por “politraumatismo causado por instrumento contundente”

atualizado

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Imagem colorida, Argentina é atropelada e corpo segue pendurado por quase 3 km no RS - Metrópoles
1 de 1 Imagem colorida, Argentina é atropelada e corpo segue pendurado por quase 3 km no RS - Metrópoles - Foto: Reprodução/Redes sociais

O condutor envolvido no acidente de carro que matou uma jovem argentina de 22 anos no Rio Grande do Sul, foi indiciado por homicídio culposo. Em 8 de junho, a mulher foi atropelada e arrastada por um carro na RS-344, entre os municípios de Santo Ângelo e Giruá. O rapaz só teria notado a presença da vítima no teto do veículo quando já estava a cerca de três quilômetros do local do atropelamento.

O Inquérito Policial foi encaminhado a Poder Judiciário no dia 10 de julho para apurar as circunstâncias da morte da jovem argentina. Além de ser indiciado por homicídio culposo, o suspeito também teve um aumento da pena por deixar de prestar socorro à vítima.

No dia do incidente, madrugada de domingo (8/6), a argentina havia saído da casa noturna onde trabalha às 03h42min. As imagens das câmeras de monitoramento mostram que, às 03h48,  o veículo envolvido na fatalidade circulando próximo ao local com a vítima projetada no teto.

Por volta de 4h, a Brigada Militar foi acionada pelo próprio condutor do veículo. A necrópsia do corpo da mulher aponta que a morte se deu por “politraumatismo causado por instrumento contundente”.

Entenda o incidente

Uma jovem argentina de 22 anos morreu após ser atropelada e arrastada por um carro na RS-344. Ele só percebeu a presença dela a cerca de três quilômetros do atropelamento. De acordo com a delegada Elaine Maria da Silva, o condutor contou que trafegava pela rodovia por volta das 3h30, quando ocorreu a colisão.

O rapaz estava acompanhado de uma mulher no momento do acidente e afirmou ter acreditado que havia atropelado um animal. A Polícia Civil do Rio Grande do Sul (PCRS) informou que o motorista seguia próximo ao acesso a Giruá quando a batida aconteceu. Elerelatou que, por conta do horário, ficou com medo e decidiu não frear o carro.

Próximo de casa, a cerca de três quilômetros do local do acidente, a passageira notou uma perna pendurada sobre o vidro traseiro do veículo. A investigação apontou que os ferimentos no corpo da vítima são compatíveis tanto com o impacto inicial do atropelamento quanto com a projeção sobre o carro.

A vítima havia começado a trabalhar, cerca de duas semanas antes do acidente, em uma casa noturna localizada às margens da rodovia. No momento em que foi atropelada, ela vestia apenas uma blusa e um par de meias.

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