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Brasil

Haddad: restituição do IR é prioridade para "reativar" economia do RS

“A restituição [para moradores do Rio Grande do Sul] será feita de imediato”, afirmou o ministro da Fazenda, Fernando Haddad

09/05/2024 11:36, atualizado 09/05/2024 13:47
Carlos Macedo/picture alliance via Getty Images
Resgate de pessoas e animais durante calamidade pública enchentes inundações forte chuva estado brasileiro Porto alegre Rio Grande do Sul RS - Metrópoles

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, informou, nesta quinta-feira (9/5), que o governo federal vai antecipar o calendário da restituição do Imposto de Renda (IR) de moradores do Rio Grande do Sul. Segundo o ministro, essa medida “terá prioridade” na mobilização de recursos para “reativar” a economia gaúcha, que sofre com os impactos de chuvas fortes na região.

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anuncia, nesta quinta-feira, medidas relacionadas à tragédia no RS, no Palácio do Planalto. Até agora, 425 municípios foram afetados pelas tempestades na região, que deixaram 107 mortos e 164 mil desalojados.

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Moradores são resgatados por trator após enchente do Guaíba
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3 de maio – Devido às fortes chuvas, Rio Guaíba sobe ao maior nível em 83 anos e inunda Porto Alegre
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Moradores são resgatados por barcos após enchente do rio Guaíba
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“Então, não vamos cumprir aquele cronograma originalmente estabelecido. A restituição será feita de imediato. Até junho, todos os lotes terão sido devolvidos”, explicou Haddad.

O para final para contribuintes apresentaram a declaração de Imposto de Renda em 2024 (referente ao ano-base 2023) é 31 de maio. De acordo com Haddad, o pagamento das restituições ocorrerá “à medida em que as declarações forem sendo processadas”. A ideia é pagar a partir de 30 de maio para todos os moradores do estado gaúcho, independente de a pessoa terem sido ou não afetada pela calamidade.

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A estimativa é de que cerca de 1,6 milhão de pessoas serão beneficiadas com a restituição antecipada do IR, que vai custar, ainda de acordo com o levantamento do governo federal, R$ 1 bilhão aos cofres públicos.